Famílias de adolescentes conduzidos pelo Vila Bairro Segurança serão acompanhados pelo CREAS e CRAS Norte II

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) realizou, na noite dessa terça-feira (15), a segunda reunião de diálogo com os pais dos adolescentes que foram conduzidos à Central de Flagrantes de Teresina, pelo Vila Bairro Segurança, no dia 5 de maio. Os pais e adolescentes foram incentivados, em um encontro no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Norte II, a aderir aos serviços do espaço. Ficou definido ainda que uma equipe técnica do CREAS Norte vai realizar visitas domiciliares às famílias dos adolescentes.

O encontro com cerca de 20 famílias, que concordaram em participar das atividades desenvolvidas pelo CRAS da região. “Os pais que estavam presentes aceitaram bem a nossa proposta, entenderam que o CRAS tem como uma de suas funções auxiliar o relacionamento entre pais e filhos. Além disso, uma equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) vai realizar visitas às famílias para proporcionar um acompanhamento ainda mais próximo”, informa a representante da Gerência de Proteção Social Básica (GPSB) da Semcaspi, Kânia Brito.

O encontro contou ainda com a presença de representantes da Gerência de Proteção Social Básica (GPSB), Gerência de Proteção Social Especial (GPSE) e Secretaria Executiva do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), do Conselho Tutelar de Teresina, além de assistentes sociais e psicólogos da região. Todas as ações realizadas com as famílias dos adolescentes encontrados em situação de vulnerabilidade social pelo Vila Bairro Segurança são os mesmos procedimentos já realizados nos CRAS e CREAS, pela política de Assistência Social.

O Vila Bairro Segurança é um projeto da Prefeitura de Teresina, conduzido por meio da Semcaspi, e tem o intuito de contribuir com a segurança pública da capital. Os 13 bairros assistidos pelo projeto são: Acarape, Aeroporto, Alto Alegre, Itaperu, Mafrense, Matadouro, Mocambinho, Nova Brasília, Olarias, Parque Alvorada, Poti Velho, São Francisco e São Joaquim.

Prefeitura auxilia mães carentes de Teresina na saída da maternidade

O momento mais esperado na vida de uma mamãe é a hora do nascimento de seu bebê. Este ano, 26 mães de Teresina tiveram auxílio nessa fase especial, no percurso da maternidade até sua casa, através do ‘Mãe Teresinense’. O programa, ofertado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), divulgou os dados nesta segunda-feira (7), que correspondem aos meses de janeiro a abril.

O programa é uma ação de atenção integral intersetorial de proteção às gestantes e seus filhos recém-nascidos. Faz parte das políticas municipais de assistência social e é realizado em parceria com a Fundação Municipal de Saúde (FMS) e com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM).

Selene dos Santos, chefe da Divisão de Articulação da Rede Socioassistencial da Semcaspi, destaca que o Mãe Teresinense oferta mais que apenas o deslocamento até a casa. “Não é só o transporte. É a vida da gestante. O transporte garante segurança e conforto no retorno para casa, pois muitas mamães improvisavam ao voltar. Mas também ofertamos toda uma atenção maior, por parte da política de assistência social, saúde e políticas públicas para mulheres”, comenta.

Assim, o programa visa garantir uma maior atenção às gestantes, promovendo qualidade de vida e cidadania para mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade social e de renda. E a perspectiva é que o ‘Mãe Teresinense’ amplie seus atendimentos, como explica Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

O ‘Mãe Teresinense’ tem sido uma boa proposta que a Prefeitura de Teresina colocou para a cidade, na medida em que disponibiliza o transporte, além do acompanhamento pelo Cras. Iniciou na zona Norte e estamos formulando a expansão para toda a cidade. A partir disso, daremos esse abraço afetuoso da Prefeitura, fortalecendo o vínculo da cidade com suas famílias”, diz o secretário.

Acesso ao Serviço

Para utilizar o serviço, a mulher deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) e realizar o teste de gravidez. Confirmada a gestação, se inicia o pré-natal na UBS. Logo após, a mãe é encaminhada ao Centro de Referência em Assistência Social (Cras) para ser realizado o cadastro no ‘Mãe Teresinense’, que utilizará critérios de renda per capita e a gestante ter o Cadastro Único.

No Cras, a gestante receberá um documento de concessão do Serviço de Transporte do ‘Mãe Teresinense’ para ser entregue no Setor de Serviço Social da maternidade no dia do parto.

Semcaspi dialoga com pais de adolescentes conduzidos à Central de Flagrantes pelo Vila Bairro Segurança

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) realizou, na tarde de segunda-feira (7), uma reunião de diálogo com os pais dos adolescentes que foram conduzidos à Central de Flagrantes de Teresina, pelo Vila Bairro Segurança, no último sábado (5). A quinta operação do programa conduziu 40 menores à Central de Flagrantes por consumo de bebida alcoólica. Três deles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal para exame de alcoolemia.

Durante a reunião, cerca de 70 pessoas receberam orientações sobre os cuidados com crianças e adolescentes, explanação sobre as leis que os protegem, além de explicações sobre a importância do diálogo entre os pais e filhos.

O secretário da Semcaspi, Samuel Silveira, conduziu o encontro e orientou às famílias sobre as responsabilidades dos pais. “Na experiência de delegado, sempre foi uma tristeza tirar a liberdade de alguém, ter que prender uma pessoa, sobretudo crianças e adolescentes. Eu não desejo isso a ninguém. Nós fizemos questão de ter essa tarde de conversa com os pais para alertar às famílias de suas responsabilidades, a fim de evitar situações mais extremas”, explica o secretário Samuel Silveira.

O encontro contou ainda com a presença de representantes da Gerência de Proteção Social Básica (GPSB), Gerência de Proteção Social Especial (GPSE) e Secretaria Executiva do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que apresentaram às famílias presentes os serviços dos CRAS e CREAS da capital, como garantidores de direitos à população de Teresina. Na reunião ficou acertado ainda um outro encontro, desta vez no CRAS da região deles, para aprofundar o debate sobre cuidados com crianças e adolescentes, além de promover atividades de fortalecimento de vínculos com as famílias.

O Vila Bairro Segurança é um projeto da Prefeitura de Teresina, conduzido por meio da Semcaspi, e tem o intuito de contribuir com a segurança pública da capital. Os 13 bairros assistidos pelo projeto são: Acarape, Aeroporto, Alto Alegre, Itaperu, Mafrense, Matadouro, Mocambinho, Nova Brasília, Olarias, Parque Alvorada, Poti Velho, São Francisco e São Joaquim.

Criança Feliz realiza mais de cinco mil visitas à famílias de Teresina

Com o objetivo de fortalecer a primeira infância das crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social em Teresina, o programa Criança Feliz já realizou 5.453 visitas na cidade. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (3), pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Polícias Integradas (SEMCASPI), são acumulativos e contabilizam as ações realizadas desde dezembro de 2017 até o dia 30 de abril deste ano.

O programa tem sido tão bem desempenhado que a Semcaspi planeja aumentar o número de visitadores e, assim, promover um maior atendimento às famílias que recebem as visitas de nossos profissionais, que monitoram o desenvolvimento físico, psicológico e escolar da nossa criançada”, comenta Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

O Criança Feliz tem em seus objetivos promover o desenvolvimento humano a partir do apoio e acompanhamento integral na primeira infância; apoiar a gestante e a família na preparação para o nascimento e cuidados perinatais; fortalecer os vínculos e papel das famílias para o desenvolvimento da criança; além de integrar, ampliar e fortalecer ações de políticas públicas voltadas para gestantes, crianças na primeira infância e suas famílias.

Atualmente, o programa conta com 37 profissionais em Teresina. Sendo uma coordenadora, quatro supervisores e 32 visitadores – psicólogos, assistentes sociais e pedagogos. Até o final deste mês, a perspectiva é um aumento de 50% no quadro de visitadores.

Os Centros de Referência em Assistência Social (Cras) contemplados com o programa Criança Feliz são: no Território Norte: os Cras Norte II e Cras Norte III; Território Leste: os Cras Leste I e Cras Leste III; Território Sul: os Cras Sul III e Cras Sul IV; Território Sudeste: os Cras Sudeste I e Cras Sudeste III.

O programa Criança Feliz foi instituído por meio do decreto n° 8.869, de 05 de outubro de 2016, tendo como fundamentação o Marco Legal da Primeira Infância. São priorizadas famílias em situação de vulnerabilidade social, nos seguintes recortes: gestantes, crianças de zero a três anos e suas famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família; criança de até seis anos e suas famílias beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e crianças de até seis anos em serviços de acolhimento.

Beneficiários do Programa Criança Feliz de Teresina recebem visita do Ministério do Desenvolvimento Social

O Programa Criança Feliz (PCF) está fortalecendo a primeira infância das crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social em Teresina. E nesta terça-feira (3) a consultoria do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) visitou famílias beneficiadas na capital. O programa é ofertado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).


“A equipe do Programa Criança Feliz ficou imensamente satisfeita com a visita, pela segunda vez, da consultoria do MDS. Assim, eles podem ver com mais precisão de dados, a operacionalização das ações do programa, juntamente com a abordagem de atividades dentro da proposta do CDC (Cuidados com o Desenvolvimento da Criança)”, destaca Elizabeth Nogueira, coordenadora do Criança Feliz em Teresina.


Nesse ano, o programa já havia recebido uma visita do consultor do MDS, referente ao Criança Feliz do Nordeste, Ronaldo Jorge de Oliveira. Na ocasião, o projeto foi elogiado pelos bons resultados obtidos. 
As famílias visitadas hoje aderiram ao programa em janeiro deste ano. “Eu percebi aqui em Teresina a qualidade prestada no atendimento do Criança Feliz, um zelo grande com o método aplicado. Constatei a realidade da prática do programa, que é de uma equipe empenhada em fazer uma boa orientação às famílias e uma receptividade muito grande por parte dos CRAS, que é essencial para que o atendimento seja considerado satisfatório”, declara Lisanne Marques Lima, consultora do Ministério do Desenvolvimento Social.

Após a visita, a representante do Ministério também teve uma reunião com o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira. O encontro teve como objetivo discutir os trabalho do Criança Feliz. O programa foi instituído por meio do decreto n° 8.869, de 05 de outubro de 2016, tendo como fundamentação o Marco Legal da Primeira Infância.

O Criança Feliz tem em seus objetivos promover o desenvolvimento humano a partir do apoio e acompanhamento integral na primeira infância; apoiar a gestante e a família na preparação para o nascimento e cuidados perinatais; fortalecer os vínculos e papel das famílias para o desenvolvimento da criança; além de integrar, ampliar e fortalecer ações de políticas públicas voltadas para gestantes, crianças na primeira infância e suas famílias.


O programa prioriza famílias em situação de vulnerabilidade social, nos seguintes recortes: gestantes, crianças de zero a três anos e suas famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família; criança de até seis anos e suas famílias beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e crianças de até seis anos em serviços de acolhimento. As famílias participantes serão acompanhadas e orientadas sobre os cuidados durante os primeiros anos de vida, com visitas domiciliares e ações intersetoriais.

Defesa Civil de Teresina atende a famílias que perderam casas por conta das chuvas

Uma forte chuva atingiu a capital do Piauí, nessa segunda-feira (26), com distintos volumes em cada bairro da cidade. Por conta disso, a Defesa Civil Municipal realizou atendimentos e monitoramentos em regiões já acompanhadas em Teresina, com o intuito de evitar e minimizar riscos ocasionados pelas constantes chuvas.

Ao todo, foram realizados sete atendimentos, nos bairros Parque Brasil e Residencial Nova Teresina, ambos na zona Norte, e na Vila Irmã Dulce, zona Sul. Nas ações, foram atendidas duas famílias que perderam suas casas, devido aos desabamentos na Nova Teresina e na Vila Irmã Dulce. Outras residências também foram monitoradas devido aos alagamentos. As demandas foram solicitadas através do número 153, plataforma de contato gratuito da população com a Defesa Civil.

Por conta dos riscos e desabamentos, a Defesa Civil encaminhou os moradores a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) de cada região para inclusão das famílias no Cidade Solidária. “Essas famílias receberão o apoio da Prefeitura de Teresina, por meio da Semcaspi. A inclusão delas no Cidade Solidária propicia o recebimento de um auxílio financeiro para que consigam um local seguro para ficar, até a regularização de sua residência de origem”, explica Sebastião Domingos, membro da Defesa Civil.

O Programa Cidade Solidária possui duas linhas de atuação: o “Família Solidária” e o “Residência Solidária”. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano.

Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi (Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas), por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza. A Defesa Civil é vinculada à Semcaspi.

Empoderamento Feminino: mulheres recebem manhã de saúde, conversas e beleza no CRAS Sudeste II

Se Deus deixasse a gente morrer e voltar novamente, eu queria morrer e voltar novamente mulher, com ‘M’ maiúsculo”. Assim define Maria Fátima Barbosa, 66 anos, a importância de atividades que ajudem no empoderamento feminino. Usuária do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do bairro Dirceu, ela celebra a realização do ‘Viva Mulher’, ação desenvolvida durante a manhã dessa sexta-feira (23), com usuárias das redes de assistência social do território sudeste.

A atividade foi dedicada às mulheres e contou com uma programação de música; apresentação cultural – apresentada por usuários dos serviços de convivência; serviços de beleza, como corte de cabelos; e conversas sobre empoderamento feminino e saúde mental da mulher. Segundo Kânia Brito, gerente do Cras Sudeste II, sempre que pensam em abordar sobre a mulher, é buscado trabalhar a valorização. E o resultado é que a comunidade abraça as ações e ocorre uma troca de conhecimentos.

Decidimos falar sobre conquistas ao longo das décadas. E, com essa decisão, trabalhamos o empoderamento, que fez com que elas se sentissem fortalecidas, reconhecendo a força que cada uma tem. Sabemos que existe violência aos direitos, não podemos camuflar, e aqui trabalhamos formas para ela sair da situação. Tivemos muitos depoimentos maravilhosos, muitas destacaram que aqui conseguiram forças”, destaca a gerente.

Maria Fátima está há 3 anos no Serviço de Convivência. Considerada atuante e militante dos direitos das mulheres, é pioneira na construção civil e destaca a importância da atividade. “A mulher hoje não é para ficar só em casa, é para sair e fazer seu serviço. Somos mulheres guerreiras. A atividade de hoje foi uma maravilha, aprendemos sobre estresse, saúde e também que a mulher pode trabalhar onde quiser, seja na política, educação, gari. Eu trabalho e faço meu serviço de pedreira”, comenta, orgulhosa de si.

Na atividade, 160 pessoas estiveram presentes. Entre elas, representantes da Gerência de Proteção Social Básica (GPSB) da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi); representantes da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM); representantes do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP); e representantes do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS).

Cidade Solidária atende mais de 120 famílias que deixaram residências em área de risco em Teresina

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) divulgou, nesta segunda-feira (19), os novos números de atendimento do Programa Cidade Solidária. Segundo o órgão, atualmente, 121 famílias estão incluídas no programa e recebem o auxílio emergencial da Prefeitura de Teresina.

Destes, 20 famílias foram incluídas somente nos meses de janeiro e fevereiro, por conta da incidência de chuvas, que gerou riscos de desabamentos de casas e/ou alagamentos em algumas regiões de Teresina. As solicitações de inclusão no Cidade Solidária chegam após a identificação de riscos em residências da capital, feito pela Defesa Civil Municipal, órgão também vinculado à Semcaspi.

O ‘Cidade Solidária’ é de extrema importância porque ele faz com que situações de calamidades públicas sejam resolvidas de forma mais digna. Antes, havia um cenário onde as pessoas eram colocadas em creches, galpões. Hoje, você pode ser acolhido por uma família ou alugar uma casa”, destaca Selene dos Santos, chefe da divisão de articulação da rede socioassistencial da Semcaspi.

O Cidade Solidária é executado em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbanos e Habitação (SEMDUH), por meio da SDU ou SDR. O programa atende famílias em situações emergenciais de desabrigamentos, em consequência das chuvas, infortúnios, incêndios, alagamento, transbordamento de rios ou lagoas ou ainda, situações de vulnerabilidades temporárias.

Como ter acesso ao programa

Para ser incluso no Cidade Solidária, a Defesa Civil precisa identificar a situação, através de atendimento que pode ser solicitado pelo número 153. Notando o risco na área, o órgão repassa a demanda para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) ou Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) da região. Em seguida, a SDU/SDR se dirige ao local, avalia a situação e, sendo necessária a inclusão da família no Cidade Solidária, encaminham a demanda à Semcaspi, que fica responsável pela assistência através da ajuda financeira.

O Programa possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano.

Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza. 

Família Acolhedora: serviço propicia acolhida a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em Teresina

O acolhimento é essencial para fortalecer vínculos e, principalmente, auxiliar com a superação de situações de vulnerabilidade, que podem gerar grandes traumas no ser humano. Em Teresina, crianças e adolescentes, de três a 18 anos, que foram expostas a algum tipo de risco, têm a possibilidade de um acolhimento familiar, ofertado através do ‘Família Acolhedora’.

O serviço permite o acolhimento até o prazo máximo de dois anos. No início deste mês, duas crianças acolhidas retornaram à sua família, após sete meses de acolhimento. “Ao ver a alegria das crianças e da mãe no retorno para casa, tive ainda mais certeza do quanto é importante apoiar essas famílias”, comenta Lorenna Batista, gerente executiva do Família Acolhedora em Teresina.

Além da felicidade do retorno, a profissional destaca a emoção notada em quem participou do processo de acolhimento. “Vi a alegria na família acolhedora, que demonstrou uma sensação de dever cumprido nos abraços e apoio demonstrado na despedida. Temos o objetivo de crescer mais e esses resultados são os primeiros de muitos que pretendemos alcançar com esse trabalho que nos engrandece a cada dia”, acrescenta a gerente.

O serviço é ofertado com apoio da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). Durante o tempo de acolhimento, a Prefeitura oferta uma bolsa-auxílio de R$ 500 reais para crianças sem nenhuma condição especial e R$ 750 para crianças com condições especiais.

Caso esteja disposto a acolher, a família deve se dirigir ao Família Acolhedora que fica na Rua Pereira da Costa, 336, no bairro Noivos. Ou ligar para o número 3234-1652 e agendar uma entrevista com a equipe técnica. Entre os principais critérios, estão: residir em Teresina, ser maior de idade (com 21 anos ou mais), ter disponibilidade afetiva para cuidar de crianças ou adolescentes, não apresentar problemas psiquiátricos, não ser dependente de substâncias psicoativas e não responder a processo judicial.

No Família Acolhedora, as famílias inscritas têm o critério de informar o sexo e idade das crianças e adolescentes que estão mais aptos a acolher. As famílias acolhedoras, durante o processo de acolhimento, têm um acompanhamento da equipe técnica, além da realização de visitas dos acolhidos a suas famílias de origem e acompanhamentos das mesmas pela equipe com o objetivo de reintegração familiar.

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