Semcaspi discute elaboração do Plano Municipal de Educação Permanente do SUAS para Teresina

Nesta quinta-feira (14), a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) organizou um planejamento, através da Gestão do Sistema Único da Assistência Social (GSUAS) para discutir a elaboração do Plano Municipal de Educação Permanente do SUAS em Teresina.

A ação aconteceu ao longo do dia, no Centro de Referência de Assistência Social (Cras – Sul III). Cerca de 50 pessoas envolvidas na política de assistência social do município participam da reunião em cada turno.

“Com a reunião, os trabalhadores do SUAS vão pautar a politica de capacitação e qualificação do servidor público municipal lotado na política de assistência em uma perspectiva de valorização desse trabalho, melhoria na gestão e execução dos serviços. A partir disso, vamos elaborar o Plano Municipal de Educação Permanente do SUAS em Teresina, que é uma orientação do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS)”, comenta Kelma Modestina, representante da coordenação de gestão do trabalho, planejamento e gestão do SUAS.

A partir da reunião e levantamento das demandas, o passo seguinte será um seminário para apresentação dos resultados, e, a partir dele, a formatação do documento que será encaminhado para aprovação. Após esse processo, o plano será lançado junto àqueles que trabalharam para sua elaboração.

“O plano tem a função de prever as possibilidades e necessidades de qualificação para a melhoria da gestão de execução dos serviços de assistência social no município de Teresina. É algo de extrema importância, pois todas as capacitações passarão a ser pautadas no Plano Municipal”, conclui Kelma.

Mais de 40 idosos foram vítimas de violação de direitos no primeiro trimestre em Teresina

Nesta sexta-feira (15) celebra-se o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. De acordo com dados divulgados pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), o município recebeu, entre os meses de janeiro e março deste ano, 44 denúncias de violação de direitos contra a pessoa idosa. As denúncias foram recebidas por demanda espontânea, nos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), ou pelos números de contato para denúncia, o Disque 100 e o número 153.

As denúncias mais comuns são de violação de direitos por negligência de familiares, violência física, psicológica e violação patrimonial. Os dados fazem parte do Relatório Mensal de Atendimento da Gerência de Proteção Social Especial (GPSE). “A Semcaspi conta com uma rede que visa à proteção da pessoa idosa, bem como a superação das violações de direito. Contamos com os Cras e Creas, que realizam os atendimentos e acompanhamentos e, também, com Casas de Acolhimento Institucional para idosos”, explica Daguimar Barbosa, gerente da GPSE.

Vale ressaltar que o acolhimento institucional é sempre a última alternativa que as equipes buscam, há sempre uma tentativa de resgate de vinculação familiar”, explica Daguimar Barbosa, gerente da GPSE. Todos os idosos são acompanhados pelos CREAS de Teresina.

Para o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira, o combate deste tipo de crime passa pela sensibilização da população em geral. “A violência por si só já é um erro. E é um erro maior ainda quando cometida contra quem pouco pode fazer para se defender, como é o caso dos nossos idosos. É importante que, caso a comunidade note algum tipo de violação desses direitos, denuncie para os órgãos competentes”, alerta o secretário Samuel Silveira.


Formas de denúncia

As denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, bem como para o número 153. A ligação é gratuita e o sigilo da fonte é garantido. A denúncia pode ser feita também diretamente na sede dos CREAS, dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) ou na sede do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso em Teresina (CMDI).

Todos esses órgãos são portas de entrada para qualquer denúncia contra a pessoa idosa. Nas unidades há uma equipe multiprofissional, composta por assistentes sociais, psicólogos e técnicos jurídicos para realizar as orientações, encaminhamentos e acompanhamentos que são específico para cada caso.

“Folheando o que a gente sente”: Crianças falam sobre trabalho infantil

Nesta terça-feira (12), foi lançado o livro ‘Folheando o que a gente sente’, durante a Audiência Pública sobre o Trabalho Infantil, na Ação Social Arquidiocesana (ASA). A obra é resultado da coletânea do segundo concurso de redação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) de 2017, que teve como tema ‘Como sonho viver meu futuro?’.

Cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, escreveram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil. Foram cerca de 100 exemplares do livro, que possui 90 páginas. Em 2017, nós, da Semcaspi, junto com o AEPETI, inovamos com a realização do concurso, que incentiva as crianças a protagonizar a luta contra o trabalho infantil. Elas são peças fundamentais no enfrentamento a esse problema, e a conscientização é uma forma de engajá-las”, explica o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

O AEPETI é vinculado à Semcaspi e trabalha a partir de ações estratégicas estruturadas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; eixo proteção social; eixo defesa e responsabilização e monitoramento. “O eixo que estamos vivenciando com o livro é a informação e a mobilização. As crianças e adolescentes, seus pais e a comunidade têm que saber que trabalhar é bom, mas na hora certa, pois o trabalho infantil é uma grande mazela para o futuro dessas crianças que serão adultos adoecidos”, destaca Franciana Beleense de Sales,  coordenadora do AEPETI.

“O livro promove uma melhoria na autoestima das crianças, dos seus familiares e da comunidade. É a produção de uma reflexão do que eles fazem, sentem, pensam, vivem e de que mundo eles querem. Na maioria das redações é apresentada que eles querem ter uma profissão, casar, ter filhos e ter uma condição de dar uma vida melhor a esses filhos. Quem tiver a oportunidade de ver o livro, verá o que eles sentem realmente”, finaliza Franciana Beleense de Sales.

Audiência Pública debate casos de trabalho infantil em Teresina

Nesta terça-feira (12), aconteceu a Audiência Pública sobre o Trabalho Infantil, evento realizado pelas Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI). No auditório da Ação Social Arquidiocesana (ASA), e lembrando o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, cerca de 100 pessoas discutiram sobre as causas e efeitos do trabalho forçado para crianças e adolescentes.

De acordo com dados divulgados pelo AEPETI, entre os meses de janeiro e abril de 2018, foram encaminhadas cerca de 30 denúncias de exploração do trabalho infantil aos conselhos tutelares da capital. “Para nós fica o alerta sobre os malefícios que o trabalho infantil causa na vida das crianças e adolescentes, naqueles que são o futuro do nosso país. Precisamos cuidar deles, protegê-los, para que não haja prejuízos para as vidas deles no futuro. A mensagem que ficou para todos nós é a de esperança em um futuro melhor”, afirma Franciana Beleense, coordenadora das Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI).

Na ocasião, houve o lançamento do livro “Folheando o que a gente sente”, escrito por crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) de Teresina. As obras foram entregues ao público pelos bonecos Petynho e Bento, que animaram a plateia. O livro é resultado da coletânea do segundo concurso de redação do AEPETI de 2017, que teve como tema “Como sonho viver meu futuro?”. Nele, cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, compuseram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil.

A solenidade contou com a apresentação cultural da Banda Novos Meninos, com músicas autorais que ressaltam os direitos das crianças e adolescentes, além de exaltar a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para a garantia de direitos. Foi realizado também o lançamento do vídeo oficial da Campanha de 2018, com o tema “Eu apoio crianças e adolescentes livres do trabalho infantil”; apresentação do mapeamento do trabalho infantil em Teresina; além da assinatura de um termo de compromisso de apoio a causa pelas instituições presentes.

Denuncie!

A população pode denunciar ao Poder Público os casos de exploração do trabalho infantil através do número 153. O AEPETI é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

Ao identificar crianças e adolescentes em situação de trabalho infanto-juvenil, o caso é encaminhado aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas). Após o encaminhamento, a criança ou adolescente passa a ser acompanhado pelos centro, onde são articuladas ações intersetoriais para a garantia de seus direitos.

Mais de 30 denúncias de trabalho infantil foram feitas em Teresina nos primeiros quatro meses

Nesta terça-feira (12), será realizada uma Audiência Pública que vai tratar sobre o enfrentamento ao trabalho infantil em Teresina, por meio das Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI). O evento será de 8h às 12h, no auditório da Arquidiocese, localizado na sede da Ação Social Arquidiocesana (ASA), e ocorre no Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil.

De acordo com dados divulgados pelo AEPETI, entre os meses de janeiro e abril, foram encaminhadas 32 denúncias de exploração do trabalho infantil aos conselhos tutelares da capital. “A audiência pública é uma ação estratégica de sensibilização para todos, uma instância de participação social que requer compromisso público, para que, juntos, possamos debater a questão do trabalho infantil. Vamos informar, divulgar e pontuar as ações realizadas através da Comissão Municipal do AEPETI, que tem caráter propositivo e consultivo”, comenta Franciana Beleense, coordenadora das Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI).

Na programação, está previsto o lançamento do livro “Folheando o que a gente sente”, escrito por crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) de Teresina. O projeto resultou da coletânea do segundo concurso de redação do AEPETI de 2017, que teve como tema “Como sonho viver meu futuro?”. Nele, cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, compuseram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil.

Haverá, também, uma apresentação cultural, com as adolescentes atendidas pela Casa de Zabelê, com uma coreografia de denúncia sobre o Trabalho Infantil; o lançamento do vídeo oficial da Campanha de 2018, com o tema “Eu apoio crianças e adolescentes livres do trabalho infantil”; apresentação do mapeamento do trabalho infantil em Teresina; além da assinatura de um termo de compromisso de apoio a causa pelas instituições presentes.

Como denunciar?

A população pode denunciar ao Poder Público casos de exploração do trabalho infantil através do número 153. O AEPETI é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

Ao identificar crianças e adolescentes em situação de trabalho infanto-juvenil, o caso é encaminhado aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas). Após o encaminhamento, a criança ou adolescente passam a ser acompanhados pelos centros, onde são articuladas ações intersetoriais para a garantia de seus direitos.

Vila Bairro Segurança: operação interdita casa de shows e conduz suspeito de tráfico de drogas

Em sua sétima edição, realizada na madrugada deste domingo (10), o programa Vila Bairro Segurança conduziu um homem de iniciais F.B.S.L, conhecido como “Facão”, suspeito de tráfico de drogas e interditou uma casa de shows no bairro Água Mineral, onde foram encontradas quantidades de maconha e cocaína.

Além da condução de um suspeito de tráfico de drogas, a Polícia Militar contabilizou mais de 500 abordagens, apreensão de 24 papelotes de maconha e 14 papelotes de cocaína. A Superintendência de Desenvolvimento Urbano da zona Centro-Norte (SDU) registrou quatro autos de infração e duas notificações de alvará de funcionamento; uma notificação de obstrução de via e uma interdição de casa de shows.

Já a Secretaria Municipal de Meio Ambiente realizou três leituras de poluição sonora; a Strans notificou seis condutores e 12 passageiros sem capacete; 16 estacionamentos proibidos; uma pessoa flagrada sem carteira nacional de habilitação e documento do veículo e 23 estacionamentos irregulares; e o Conselho Tutelar fez uma notificação, além de orientações sobre o combate ao trabalho infantil e sobre o consumo de bebidas por crianças e adolescentes.

“É um trabalho integrado com a participação de vários órgãos, que vem tendo todo o apoio da população da zona Norte e que, a cada edição, mostra resultados bastante significativos”, comenta o secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), Samuel Silveira.

O Programa

Coordenado pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), o Vila Bairro Segurança tem como objetivo reforçar a segurança nos bairros da capital, por meio dos projetos Blitz Sufoco e Teresina Protege. Os 13 bairros assistidos pelo projeto são: Acarape, Aeroporto, Alto Alegre, Itaperu, Mafrense, Matadouro, Mocambinho, Nova Brasília, Olarias, Parque Alvorada, Poti Velho, São Francisco e São Joaquim.

Confira neste link mais fotos da operação.

Visitadores do programa Criança Feliz de Teresina participam de capacitação

Cuidar da primeira infância das crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social está entre os objetivos do programa Criança Feliz, ofertado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). Para fortalecer o cuidado e torná-lo cada vez mais especializado, os novos visitadores do programa participaram de uma capacitação.

A atividade aconteceu entre os dias 6 e 8 de junho, nos dois turnos, no Centro de Convivência Saber Viver, zona Norte da capital. Durante a capacitação, os visitadores participaram de palestras, discussões, dinâmicas, estudos de caso, atividades práticas, planejamentos, entre outras ações.

“Nós estamos entrando em um novo ciclo do programa Criança Feliz. O programa, da assistência social da Prefeitura de Teresina, visa fomentar o desenvolvimento da nossa criançada, por meio de estímulos que tem como base a cidadania, o fortalecimento de vínculos, buscando sempre a construção de uma geração mais prospera e melhor”, comenta Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

O Programa Criança Feliz prioriza famílias em situação de vulnerabilidade social, nos seguintes recortes: gestantes, crianças de zero a três anos e suas famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família; criança de até seis anos e suas famílias beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e crianças de até seis anos em serviços de acolhimento. As famílias participantes serão acompanhadas e orientadas sobre os cuidados durante os primeiros anos de vida, com visitas domiciliares e ações intersetoriais.

Para mais informações sobre o Programa Criança Feliz, a população pode entrar em contato com a coordenação do programa, por meio do telefone 3215-7485.

Guarda Municipal conduz à Central de Flagrantes suspeitos de furto no Restaurante Popular

Na última quarta-feira (6), durante patrulhamento no Mercado Central de Teresina, a Guarda Civil Municipal apreendeu dois homens, de iniciais C.D.M.N, de 25 anos, e I.V.P.L, de 32 anos, suspeitos de terem realizado furto de tickets de alimentação no Restaurante Popular.

Durante a ação, um dos suspeitos deixou cair seu documento de identidade, o que facilitou a identificação, e com as imagens das câmeras de segurança. A equipe encontrou os dois homens ainda dentro do Mercado Central e, após a abordagem, os encaminhou a Central de Flagrantes”, detalha o comandante da Guarda Municipal, Cap. Monteiro Silva.

A Guarda Municipal de Teresina foi criada por meio da Lei Complementar n° 3.834/2008. O órgão, que é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), tem a atuação, primordialmente, para a proteção ao patrimônio público e assistência à comunidade. Para contato com a Guarda Civil Municipal de Teresina, a população pode ligar, de forma gratuita, para o número 153.

Guarda Municipal inicia patrulhamento em três terminais de ônibus da capital nesta quinta (7)

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Teresina vai iniciar, nesta quinta-feira (7), o patrulhamento preventivo em três terminais de ônibus da capital. O órgão estará presente nos terminais do Itararé, do Bela Vista e do Parque Piauí. O objetivo é promover ações de proteção ao patrimônio público e dar assistência à comunidade que transita nesses locais.

De acordo com o comandante da Guarda Municipal, capitão Monteiro Silva, a atuação será de 7h às 19h, período com maior fluxo de passageiros. “Essa iniciativa da Guarda Municipal visa proporcionar mais segurança aos usuários do novo sistema de transporte público da capital. Serão, ao todo, nove guardas realizando o patrulhamento preventivo nos terminais, com três guardas para cada ponto específico”, informa o Capitão Monteiro Silva.

O órgão, vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), vai permanecer também nos pontos onde já atua, como o Parque da Cidadania, Complexo Esportivo Parentão, Parque Lagoas do Norte, Centros de Esportes Unificados (CEU) Norte e Sul, e praças da Bandeira, Fripisa e Rio Branco. Além disso, a Guarda realiza patrulhamento no Parque Floresta Fóssil, Praça dos Skatistas e no Mercado Central de Teresina.

Segundo Samuel Silveira, secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, a atuação da Guarda Municipal se consolida, cada vez mais, na capital. “A chegada em alguns terminais de ônibus de Teresina consolida a terceira fase da Guarda. Após estarmos nas praças e também em parques da capital, agora o órgão passa a atuar também em alguns terminais de ônibus, na mesma filosofia que temos seguido, que é de construir espaços públicos seguros para a população”, explica o secretário Samuel Silveira.

A Guarda Municipal de Teresina foi criada por meio da Lei Complementar n° 3.834/2008. O órgão iniciou suas atividades em 24 de janeiro de 2017. A população pode entrar em contato gratuitamente com a Guarda através do número 153.

Mais de 30 mil famílias podem ter o Bolsa Família suspenso ou bloqueado em Teresina

Dados divulgados nesta terça-feira (5), pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio da Gerência de Programas de Renda Mínima e Benefícios (GPRM), mostram que cerca de 31 mil famílias podem ter o Bolsa Família bloqueado ou suspenso em Teresina por conta do descumprimento da condicionalidade da saúde.

Para garantir o recebimento do Bolsa Família, todas as famílias assumem o compromisso de realizar acompanhamentos de saúde, como o cartão de vacinação, serviços de pré-natal e saúde do bebê. O não cumprimento desses passos pode acarretar no bloqueio ou suspensão do repasse do Bolsa Família.

Para garantir a continuidade do recebimento, as famílias beneficiárias devem procurar o Agente Comunitário de Saúde ou Unidade Básica de Saúde (UBS) de sua região até o dia 20 de junho. Devem comparecer crianças menores de 7 anos, as mulheres de 14 a 44 anos e também as gestantes ou nutrizes. Os beneficiários devem levar o cartão do Bolsa Família, a Caderneta de Vacinação das crianças e, caso haja, das gestantes.

É importante que as famílias cumpram a condicionalidade referente à saúde, tendo em vista que possibilita uma atenção prioritária nessa área, que é um dos objetivos do programa. Há um acompanhamento para exames de rotina, pré-natal e outros serviços necessários para preservar o bem-estar da família, que, se deixar de cumprir a condicionalidade, além de não tomar passos necessários para cuidar da saúde, também pode perder o Bolsa Família”, destaca Luíza de Marilac, gerente da GPRM.

Além da saúde, também devem ser atendidas condicionalidades da assistência social e educação. Na primeira, observa-se a frequência nos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Na educação, acompanha-se o desempenho das atividades escolares e a frequência escolar por parte das crianças e adolescentes.

Esse é um processo rotineiro que a Secretaria faz e alerta as famílias, para que tenham as condicionalidades cumpridas. Para garantir esse programa de transferência de renda, é necessário que façam o acompanhamento escolar, de saúde e pertençam aos serviços vinculados à assistência. Esses passos evitam prejuízos às famílias que tanto precisam do programa”, conclui Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

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