Parada Acordar: segunda abordagem sobre o trabalho infantil acontece nesta sexta (30)

Com o objetivo de reforçar a luta pelo fim do trabalho infantil, a Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), realizará, nesta sexta-feira (30), a segunda edição do Parada Acordar, ação que acontecerá, de forma simultânea, nas zonas Norte, Sul, Leste e Sudeste da capital, fazendo abordagens a motoristas e à população em geral.

No Centro/Norte, a Para Acordar será realizada no semáforo do cruzamento entre as avenidas Frei Serafim e Coelho Resende. Na Zona Sul, no Aterro Sanitário, no Centro Espirita João Nunes Maia. Na Zona Leste, no Sinal da Avenida Nossa Senhora de Fátima. Já na Zona Sudeste, no Mercado do Renascença II.

“Em casa, a criança precisa respeitar e ser respeitada, amar e ser amada, ser solidária. Na sociedade, ela deve aprender a ser ouvida e descobrir o seu papel de pertencimento e contribuição, ter os direitos protegidos. Imaginamos que, se a discussão permear por isso, podemos construir uma sociedade melhor. É preciso que todos nós assumamos o nosso papel, que todos nós saibamos que essa sociedade é feita a partir de cada um de nós. Somos um todo e, se um não está bem, a culpa é minha também. Precisamos contribuir de forma efetiva, assim como a frase mote desse momento que é ‘dê ao outro o presente que trará um futuro melhor’”, assinala  Franciana Beleense, coordenadora do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (PETI).

A Parada Acordar é realizada pelo PETI, junto com representantes dos Conselhos Tutelares, Centros de Referência da Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCAT). O PETI, organizador da ação, é vinculado à Semcaspi, sendo responsável por articular o sistema da garantia de direitos em prol da erradicação do trabalho infantil.

‘Parada Acordar’ sensibiliza comunidade sobre o trabalho infantil

Com o intuito de abordar a proteção das crianças e adolescentes do trabalho infantil, foi realizada, nesta quarta-feira (10) e hoje (11), a primeira ação do ‘Parada Acordar’. A atividade ocorreu, simultaneamente, nas quatro zonas da cidade, entre 7h30 e 9h.

“O trabalho infantil é um fenômeno social que persiste em nossa sociedade, não só em decorrência da situação socioeconômica, mas também tem uma relação direta com aspectos culturais. O trabalho de sensibilização parte do pressuposto de que é preciso chamar atenção, conversar, para que se percebam as consequências do trabalho infantil na vida não só da criança, mas do adulto que a criança se transformará”, comenta Mauriceia Carneiro, secretária-executiva do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

O “Parada Acordar” aconteceu nesta quinta-feira (11), véspera de feriado, dentro do Mercado do Dirceu II, na zona Sudeste. Além deste ponto, a ação também promoveu a sensibilização no cruzamento das avenidas Nossa Senhora de Fátima com Senador Joaquim Pires, na zona Leste.

O público-alvo da sensibilização foram os motoristas e a população em geral que estiver nestes locais. A ação é realizada pelo Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (PETI), junto com representantes dos Conselhos Tutelares, CRAS, CREAS e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCAT).

Além de levar informação sobre os malefícios do trabalho infantil, a ação ofertou brindes com mensagens de valorização e cuidado em cada etapa da vida. O PETI, organizador da ação, é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), sendo responsável por articular o sistema da garantia de direitos em prol da erradicação do trabalho infantil.

“Parada Acordar” vai levar sensibilização sobre trabalho infantil para a população

O mês de outubro é de comemorar o Dia das Crianças, mas é também tempo de alerta sobre o trabalho infantil. Na capital, a Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), realiza a ação “Parada Acordar”. A ideia visa sensibilizar a sociedade sobre a importância da proteção das crianças e adolescentes em relação ao perigo do trabalho infantil.

A ação será realizada pelo Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (PETI), junto com representantes dos Conselhos Tutelares, CRAS, CREAS e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCAT), e acontece nesta quarta-feira (10) e na quinta-feira (11), em quatro pontos, nas quatro zonas da capital. Na quarta, acontece a ação “Parada Acordar” dentro do Mercado do Parque Piauí, na zona Sul, e também no Mercado do São Joaquim, na zona Norte. O horário previsto para as ações é entre 7h30 e 9h.

O “Parada Acordar” acontece ainda na quinta-feira, véspera do feriado, dentro do Mercado do Dirceu II, na zona Sudeste. Além deste ponto, a ação também levará sensibilização para o cruzamento das avenidas Nossa Senhora de Fátima com Senador Joaquim Pires, na zona Leste. Além de levar informação sobre os malefícios do trabalho infantil, a ação vai ofertar brindes com mensagens de valorizar e cuidar de cada etapa da vida.

O público-alvo da sensibilização são os motoristas e a população em geral que estiver nestes locais. “Essa ação tem um sentido nobre de melhorar a qualidade de vida das nossas crianças, no sentido de despertar a sociedade sobre a importância de crianças e adolescentes viverem cada etapa da vida de forma completa, sendo crianças, sendo adolescentes, e não adultos antes da hora, porque isso vai atrapalhar o adulto do futuro”, explica Franciana Beleense, coordenadora do PETI em Teresina.

O PETI, organizador da ação, é vinculado à Semcaspi, sendo responsável por articular o sistema da garantia de direitos em prol da erradicação do trabalho infantil. O órgão trabalha a partir de ações estratégicas estruturadas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; eixo proteção social; eixo defesa e responsabilização e monitoramento.

Como denunciar casos de trabalho infantil?

A população pode denunciar casos de exploração do trabalho infantil através do número 153, ou pelo PETI, também na sede do Conselho Tutelar, Centro de Referência da Assistência Social (Cras) ou Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) mais próximos de sua residência. Após a identificação, os órgãos públicos responsáveis tomarão as devidas providências para garantir a proteção social da criança, adolescente e suas famílias, bem como a garantia de direitos que naquele momento está sendo violada.

Confira a programação:

Zona Sul: dias 10/10 – Ação no Mercado do Parque Piauí;

Zona Norte: dias 10/10 – Ação no Mercado do São Joaquim;

Zona Sudeste: dias 11/10 – Ação no Mercado do Dirceu II;

Zona Leste: dias 11/10 – Cruzamento da Av. Nossa Senhora de Fátima com a Av. Senador Joaquim Pires e também no sinal da Av. Nossa Senhora de Fátima com a Av. Visconde da Parnaíba.

Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil de Teresina empossa novos membros

O enfrentamento ao trabalho infantil em Teresina recebeu mais um importante reforço. Isso porque nesta terça-feira (28), novos representantes de 17 órgãos públicos e da sociedade civil tomaram posse para compor o Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (PETI). A solenidade foi realizada no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

O comitê tem um papel importantíssimo e é relevante destacar que as ações que são desenvolvidas no município necessitam de mais parceiros. E, além do enfrentamento, temos que combater, buscando alternativas para que as crianças tenham novos projetos de vida. Com alegria, empossamos cada um dos novos membros, para articulação e muito trabalho. Nosso município agradece”, comenta Mauriceia Carneiro, secretária executiva do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

O PETI é vinculado à Semcaspi, sendo responsável por articular e sensibilizar o sistema da garantia de direitos em prol do enfrentamento ao trabalho infantil. Entre os representantes que foram empossados para compor o órgão, estão: a 1ª Vara da Infância e Juventude; Secretaria Municipal da Juventude (SEMJUV); Conselho Municipal dos direitos da Criança e do Adolescente (CMDCAT), Conselho Tutelar, entre outros.

A comissão está aqui para contribuir, porque a vida das crianças e adolescentes reflete na de cada um de nós. E se você tem que trabalhar no sinal? Deixar os estudos de lado para trabalhar na casa de alguém? Que sociedade teremos no futuro? Precisamos buscar uma melhoria na qualidade de vida e entendermos que ela começa na infância”, reforça Franciana Beleense, coordenadora do PETI.

No evento, também foi lançada a proposta de realização do “Parada Acordar”, ação que pretende realizar atos de sensibilização junto à população sobre a importância das crianças e adolescentes livres do trabalho infantil. O Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (PETI) trabalha a partir de ações estratégicas estruturadas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; eixo proteção social; eixo defesa e responsabilização e monitoramento.

Como denunciar casos de trabalho infantil?

A população pode denunciar casos de exploração do trabalho infantil através do número 153 ou na sede do Conselho Tutelar, Centro de Referência da Assistência Social (Cras) ou Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) mais próximos de sua residência.

Após a identificação, os órgãos públicos responsáveis tomarão as devidas providências para garantir a proteção social da criança, adolescente e suas famílias, bem como a garantia de direitos que naquele momento está sendo violada.

Comissão do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil toma posse nesta terça (28)

Nesta terça-feira (28), serão empossados os novos membros das Ações Estratégias do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (AEPETI) do município de Teresina. A ação será realizada às 10 horas, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“A comissão municipal tem diversas atribuições, dentre elas: sugerir, contribuir e apoiar realizações de diagnósticos sobre o trabalho infantil, articulado com diferentes setores da sociedade; além de contribuir na elaboração do plano municipal de enfrentamento, acompanhamento de estatísticas. A partir disso, vemos a importância dela no que tange à prevenção e enfrentamento ao trabalho infantil”, destaca Franciana Beleense, coordenadora do AEPETI.

Ao todo, serão empossados 17 representantes de órgãos públicos e da sociedade civil. Entre eles, estão: a Ação Social Arquidiocesana (ASA); 1ª Vara da Infância e Juventude; Secretaria Municipal da Juventude (SEMJUV); Conselho Municipal da Assistência Social (CMAS); Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCAT), entre outros.

“Enquanto trabalham, as crianças têm direitos negligenciados, em muitos casos, não podendo usufruir de serviços básicos necessários, como ter acesso à educação, saúde, lazer e convívio familiar de forma saudável. As ações do AEPETI trabalham essa situação, para garantir o acesso aos direitos. Com a posse dos novos membros esse trabalho será fortalecido”, destaca Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

O AEPETI é vinculado à Semcaspi, sendo responsável por articular e sensibilizar o sistema da garantia de direitos em prol da erradicação do trabalho infantil. O órgão trabalha a partir de ações estratégicas estruturadas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; eixo proteção social; eixo defesa e responsabilização e monitoramento.

Como denunciar casos de trabalho infantil?

A população pode denunciar casos de exploração do trabalho infantil através do número 153 ou na sede do Conselho Tutelar, Centro de Referência da Assistência Social (Cras) ou Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) mais próximos de sua residência.

Após a identificação, os órgãos públicos responsáveis tomarão as devidas providências para garantir a proteção social da criança, adolescente e suas famílias, bem como a garantia de direitos que naquele momento está sendo violada.

Crianças e Adolescentes que produziram livro sobre trabalho infantil participam de manhã de atividades

Crianças e adolescentes que produziram o livro ‘Folheando o que a gente sente’, resultado da coletânea do segundo concurso de redação das Ações Estratégias do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Infantil (AEPETI), participaram de uma manhã com atividades integrativas, além do lançamento da obra, nesta terça-feira (07).

A atividade aconteceu de 9h às 12h e, além dos autores, também contou com representantes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e Centros de Referência da Assistência Social (Cras). Cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, escreveram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil.

É uma ação que faz com que eles se percebam como protagonistas, eu fico até emocionada ao falar, pois é o primeiro livro deles e já estão contribuindo com debates sobre o trabalho infantil. E daqui podem sair grandes escritores”, destaca Franciana Beleense, coordenadora do AEPETI.

As atividades contaram com danças, capoeira, teatro de bonecos, lanche e o lançamento do livro. O AEPETI é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e trabalha a partir de ações estratégicas estruturadas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; eixo proteção social; eixo defesa e responsabilização e monitoramento.

Em 2017, nós, da Semcaspi, junto com o AEPETI, inovamos com a realização do concurso, que incentiva as crianças a protagonizar a luta contra o trabalho infantil. Elas são peças fundamentais no enfrentamento a esse problema, e a conscientização é uma forma de engajá-las”, conclui o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

“Folheando o que a gente sente”: Crianças falam sobre trabalho infantil

Nesta terça-feira (12), foi lançado o livro ‘Folheando o que a gente sente’, durante a Audiência Pública sobre o Trabalho Infantil, na Ação Social Arquidiocesana (ASA). A obra é resultado da coletânea do segundo concurso de redação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) de 2017, que teve como tema ‘Como sonho viver meu futuro?’.

Cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, escreveram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil. Foram cerca de 100 exemplares do livro, que possui 90 páginas. Em 2017, nós, da Semcaspi, junto com o AEPETI, inovamos com a realização do concurso, que incentiva as crianças a protagonizar a luta contra o trabalho infantil. Elas são peças fundamentais no enfrentamento a esse problema, e a conscientização é uma forma de engajá-las”, explica o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

O AEPETI é vinculado à Semcaspi e trabalha a partir de ações estratégicas estruturadas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; eixo proteção social; eixo defesa e responsabilização e monitoramento. “O eixo que estamos vivenciando com o livro é a informação e a mobilização. As crianças e adolescentes, seus pais e a comunidade têm que saber que trabalhar é bom, mas na hora certa, pois o trabalho infantil é uma grande mazela para o futuro dessas crianças que serão adultos adoecidos”, destaca Franciana Beleense de Sales,  coordenadora do AEPETI.

“O livro promove uma melhoria na autoestima das crianças, dos seus familiares e da comunidade. É a produção de uma reflexão do que eles fazem, sentem, pensam, vivem e de que mundo eles querem. Na maioria das redações é apresentada que eles querem ter uma profissão, casar, ter filhos e ter uma condição de dar uma vida melhor a esses filhos. Quem tiver a oportunidade de ver o livro, verá o que eles sentem realmente”, finaliza Franciana Beleense de Sales.

Audiência Pública debate casos de trabalho infantil em Teresina

Nesta terça-feira (12), aconteceu a Audiência Pública sobre o Trabalho Infantil, evento realizado pelas Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI). No auditório da Ação Social Arquidiocesana (ASA), e lembrando o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, cerca de 100 pessoas discutiram sobre as causas e efeitos do trabalho forçado para crianças e adolescentes.

De acordo com dados divulgados pelo AEPETI, entre os meses de janeiro e abril de 2018, foram encaminhadas cerca de 30 denúncias de exploração do trabalho infantil aos conselhos tutelares da capital. “Para nós fica o alerta sobre os malefícios que o trabalho infantil causa na vida das crianças e adolescentes, naqueles que são o futuro do nosso país. Precisamos cuidar deles, protegê-los, para que não haja prejuízos para as vidas deles no futuro. A mensagem que ficou para todos nós é a de esperança em um futuro melhor”, afirma Franciana Beleense, coordenadora das Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI).

Na ocasião, houve o lançamento do livro “Folheando o que a gente sente”, escrito por crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) de Teresina. As obras foram entregues ao público pelos bonecos Petynho e Bento, que animaram a plateia. O livro é resultado da coletânea do segundo concurso de redação do AEPETI de 2017, que teve como tema “Como sonho viver meu futuro?”. Nele, cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, compuseram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil.

A solenidade contou com a apresentação cultural da Banda Novos Meninos, com músicas autorais que ressaltam os direitos das crianças e adolescentes, além de exaltar a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para a garantia de direitos. Foi realizado também o lançamento do vídeo oficial da Campanha de 2018, com o tema “Eu apoio crianças e adolescentes livres do trabalho infantil”; apresentação do mapeamento do trabalho infantil em Teresina; além da assinatura de um termo de compromisso de apoio a causa pelas instituições presentes.

Denuncie!

A população pode denunciar ao Poder Público os casos de exploração do trabalho infantil através do número 153. O AEPETI é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

Ao identificar crianças e adolescentes em situação de trabalho infanto-juvenil, o caso é encaminhado aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas). Após o encaminhamento, a criança ou adolescente passa a ser acompanhado pelos centro, onde são articuladas ações intersetoriais para a garantia de seus direitos.

Mais de 30 denúncias de trabalho infantil foram feitas em Teresina nos primeiros quatro meses

Nesta terça-feira (12), será realizada uma Audiência Pública que vai tratar sobre o enfrentamento ao trabalho infantil em Teresina, por meio das Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI). O evento será de 8h às 12h, no auditório da Arquidiocese, localizado na sede da Ação Social Arquidiocesana (ASA), e ocorre no Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil.

De acordo com dados divulgados pelo AEPETI, entre os meses de janeiro e abril, foram encaminhadas 32 denúncias de exploração do trabalho infantil aos conselhos tutelares da capital. “A audiência pública é uma ação estratégica de sensibilização para todos, uma instância de participação social que requer compromisso público, para que, juntos, possamos debater a questão do trabalho infantil. Vamos informar, divulgar e pontuar as ações realizadas através da Comissão Municipal do AEPETI, que tem caráter propositivo e consultivo”, comenta Franciana Beleense, coordenadora das Ações Estratégicas do Programa de Enfrentamento do Trabalho Infantil (AEPETI).

Na programação, está previsto o lançamento do livro “Folheando o que a gente sente”, escrito por crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) de Teresina. O projeto resultou da coletânea do segundo concurso de redação do AEPETI de 2017, que teve como tema “Como sonho viver meu futuro?”. Nele, cerca de 160 escritores, de 10 a 14 anos, compuseram redações e desenhos, com soluções para o fim do trabalho infantil.

Haverá, também, uma apresentação cultural, com as adolescentes atendidas pela Casa de Zabelê, com uma coreografia de denúncia sobre o Trabalho Infantil; o lançamento do vídeo oficial da Campanha de 2018, com o tema “Eu apoio crianças e adolescentes livres do trabalho infantil”; apresentação do mapeamento do trabalho infantil em Teresina; além da assinatura de um termo de compromisso de apoio a causa pelas instituições presentes.

Como denunciar?

A população pode denunciar ao Poder Público casos de exploração do trabalho infantil através do número 153. O AEPETI é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

Ao identificar crianças e adolescentes em situação de trabalho infanto-juvenil, o caso é encaminhado aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas). Após o encaminhamento, a criança ou adolescente passam a ser acompanhados pelos centros, onde são articuladas ações intersetoriais para a garantia de seus direitos.

Atividade mobiliza mais de 230 pessoas para debater trabalho infantil

“Criança tem que brincar, correr e estudar”, afirma o pequeno Manoel Gomes, de 8 anos. “Não é certo criança trabalhar, ela tem que ser livre para brincar e viver”, completa Rejane Costa, 11 anos. E para debater essa temática e sensibilizar sobre a importância de proteger a infância, aconteceu, na manhã desta sexta-feira (25), o evento “Eu apoio crianças e adolescentes livres do trabalho infantil”.

A ação foi organizada pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas de Teresina(Semcaspi), por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). Ao todo, 160 crianças dos territórios Norte, Sul, Leste e Sudeste participaram de atividades lúdicas e pedagógicas, teatro de bonecos e passeatas, no Parque da Cidadania, de 8h às 11h. No total, mais de 230 pessoas presenciaram a atividade.

“Estou muito feliz com o evento e acredito que todos saíram satisfeitos. Que sempre colhamos o melhor em cada dia, e, hoje, colhi alegria, disposição, empenho, além de um sorriso no rosto e brilho no olhar de cada criança. Foi um importante momento para informar e sensibilizar sobre o enfrentamento ao trabalho infantil”, destaca a coordenadora do PETI, Franciana Beleense.

E é com esse sorriso no rosto e certeza na fala que Dante Alexandrino, de 10 anos, comenta sobre a ação. “Eu gostei muito da atividade, foi divertido. E criança não pode trabalhar. Criança não tem força e não tem idade certa para o trabalho, ela tem que brincar e estudar”, afirma o pequeno.

Com a mesma convicção, Carla Bianca Gomes, de 8 anos, acrescenta que lugar de criança é na escola. “Criança é pequena. Tem que estudar, aprender no colégio e, depois, quando estiver grande, pode trabalhar. Criança tem quebrincar e eu gosto muito de brincar. Minha brincadeira favorita é brincar de pega-pega”, diz, enquanto sorri e mostra a certeza de saber o que criança pode fazer.

Ao serem identificadas crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, o caso é encaminhado aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) do território. Após o encaminhamento, a criança e/ou adolescente passa a ser acompanhado pelos centros, onde são articuladas ações intersetoriais para a garantia de direitos.

“O trabalho infantil é uma das tipologias de violações de direitos que, diariamente, temos que combater. Eventos como o realizado hoje são de suma importância para esse enfrentamento, por possuírem a função informativa, educativa e mobilizadora, motivando, assim, a sociedade tanto de forma individual, quanto comunitária, a ter um olhar mais crítico e vigilante”, comenta Daguimar Barbosa, gerente de Proteção Social Especial da Semcaspi.

Caso identifique situações de exploração do trabalho infantil, você pode denunciar através do número 153.

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