Apostando no conceito do DNA brasileiro e com inspiração nas raízes indígenas, quarenta e oito jovens atendidos pela Casa de Zabelê realizaram a exposição da Coleção Tupiniquim. A mostra faz parte do trabalho de conclusão de curso e foi realizada na última quarta-feira (19).
As peças, que vão de vestimentas a acessórios, foram produzidas com matéria prima nacional, natural ou sustentável: folhas, sementes, cipós, talas, fibras, algodão e plástico biodegradável. Segundo os artistas, o trabalho busca interrogar a realidade do povo Tupiniquim que, entre inúmeros povos indígenas, é um dos mais citados e paradoxalmente mais desconhecidos no Brasil.
De acordo com Suely Coelho, coordenadora da Casa de Zabelê, o trabalho valoriza a cultura indígena e reforça o tema da sustentabilidade. “É uma mostra inspiradora, que simboliza o valor das nossas raízes e da nossa ancestralidade através do universo tupiniquim”, finaliza.

