Semcaspi firma parceria para ações socioassistenciais e alojamento temporário para indígenas Warao em Teresina

Nesta segunda-feira (15), a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), firmou parceria com a Fazenda da Paz para a realização de ações de acolhimento institucional temporário e atendimento socioassistencial aos imigrantes venezuelanos da etnia Warao em Teresina. A iniciativa tem como objetivo garantir acesso a serviços básicos, proteção social e fortalecer vínculos comunitários.

De acordo com a secretária executiva de Assistência Social de Teresina, Luiziane Esperança, a previsão de atendimento é para 350 pessoas indígenas venezuelanos.

“O objetivo da gestão é realizar um plano que fomente a autonomia cidadã dessa população e a geração de emprego e renda. Essa parceria une recursos do Governo Federal que por meio da nossa gestão municipal em convênio com a Fazenda da Paz realizará ações de acolhimento e que possibilitem aos Warao sair dessa condição de abrigamento, que é temporária, e possam viver de forma independente. Nossa maior meta é garantir direitos e fortalecer essa autonomia”, concluiu Luiziane Esperança.

 

Semcaspi realiza visita as unidades de acolhimento aos indígenas Warao

Na manhã desta quinta-feira (16), equipes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI) realizaram uma visita às quatro unidades de acolhimento aos indígenas de origem venezuelana em Teresina.

O objetivo é aproximar a atual gestão com os Warao, assim como conhecer as necessidades e implementar novas medidas de assistência e acompanhamento. A gestão enfatiza o comprometimento com o olhar humanizado e técnico para com os direitos e deveres dos cidadãos.

“Nossa gestão tem priorizado conhecer a atual realidade dessas pessoas para de fato agir com total responsabilidade e eficácia. Não há como dar assistência sem conhecer o que de fato essas famílias vivenciam e precisam. Nossa visita hoje é também uma forma de iniciar um diálogo franco sobre os direitos e deveres deles para com a comunidade. Não adianta cobrar nada sem que haja de fato um esclarecimento da situação e nós vamos buscar por soluções quanto a isso”, garantiu Eliane Nogueira, secretária da pasta.

Na ocasião também estiveram presentes o juiz federal Sandro Helano e o procurador regional dos Direitos do Cidadão no Piauí, Patrício Fonseca. Ambos reafirmaram o compromisso de participar do processo de esclarecimento e fiscalização dos direitos e deveres para com os indígenas, garantindo que todos tenham assistência, dignidade e que as crianças possam estar nas escolas.

“É uma grande honra e uma responsabilidade estar participando dessas visitas para descobrir as inquietações e os problemas que estão afligindo os indígenas venezuelanos que estão em Teresina. É extremamente importante para a Justiça Federal, que é uma justiça que, nos últimos tempos, se abriu para as populações mais desassistidas através dos juizados, garantindo assim o acesso mais amplo ao Poder Judiciário e aos direitos dos cidadãos, de acordo com o que determina a Constituição Federal.” juiz federal Sandro Helano Soares Santiago, titular da 6ª Vara Federal no Piauí e coordenador dos Juizados Especiais Federais no Piauí.

A Semcaspi reafirma seu compromisso em cuidar de Teresina por meio do diálogo, assim como assistir os mais vulneráveis respeitando o direito dos cidadãos.

Semcaspi debate políticas públicas para garantir direitos aos imigrantes e refugiados no Piauí

Socorro Bento, secretária da Semcaspi Fotos:Ascom/Semcaspi

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) participou, nesta quinta-feira, (11), no Diferencial Buffet, da I Conferência de Migrações, Refúgio e Apátridas do Estado do Piauí. A iniciativa é uma realização da Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc).

De acordo com Socorro Bento, secretária da Semcaspi, os debates sobre as necessidades dos migrantes são fundamentais tanto no município como em todo o país.

“A Semcaspi faz o trabalho socioassistencial com a população Warao que está em Teresina. Nós estamos aqui hoje para discutir, debater e ouvi-los nessa conferência, para que possamos levar as discussões e os anseios dessa população à Conferência Nacional. Estes anseios então ligados às questões culturais, apesar de Teresina ter acolhido, ainda temos muitos desafios culturais, de empregabilidade e educação, tudo isso envolve um somatório de esforços para levarmos esses debates para a Conferência Nacional”, ressalta.

Sonia Terra, superintendente de direitos humanos da Sasc, fala sobre a importância de ouvir as necessidades dos migrantes para formação de políticas públicas mais eficazes.

“É importante que esses migrantes possam elencar suas necessidades para que possamos através do diagnóstico dessa conferência desenvolver políticas públicas mais eficazes possam ser dadas para melhorar suas condições de vida e permanência no território”, conta.

Igor Castelo Branco, defensor público dos direitos humanos, ressalta a urgência de debater políticas públicas para a população migrante, destacando a garantia da autonomia desta população.

“Não estamos preparados para isso, a migração não era uma realidade do estado e debater sobre políticas públicas voltadas a essa população é importante. Temos como principal desafio garantir que eles se instalem na cidade, que possam estar produzindo, que possam inclusive viver de forma autônoma, sem a dependência do estado e do município”, comenta.

POSSE DOS MEMBROS DO COMITÊ ESTADUAL INTERSETORIAL

Durante a I Conferência de Migrações, Refúgio e Apátridas do Estado do Piauí, aconteceu a posse dos membros do Comitê Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção aos Refugiados, Migrantes e Apatrídia, que tem como objetivo formular políticas, programas e ações voltadas para a inclusão e o combate às desigualdades para o público-alvo.

MORADIA, EDUCAÇÃO E TRABALHO

Para Youini Torres, representante da comunidade Warao em Teresina, este evento representa uma oportunidade crucial para ouvir as necessidades da população migrante do estado.

“Este dia é importante para nós, aqui iremos apresentar nossas necessidades e o que precisamos aqui em Teresina. Temos muitas necessidades, entre elas moradia, já que vivemos em cinco abrigos espalhados pela cidade, além do trabalho e assistência escolar às nossas crianças”, fala.

Semcaspi assina termo de parceria com a Abespa para o acolhimento dos venezuelanos

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) realizou, nesta quarta-feira, 6, em sua sede, a assinatura de parceria com a Associação Beneficente São Paulo Apóstolo (Abespa) para a realização de Serviços de Acolhimento aos venezuelanos de etnia Warao residentes na capital.

O objetivo da parceria é que essa população de imigrantes tenha a garantia de serviços de proteção como acolhimento, orientação e organização dos espaços onde residem em Teresina.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a assinatura da parceria vai fortalecer o atendimento já prestado pela instituição. “Esta será mais uma forma de acolhimento promovida pela Semcaspi pata atender a essa população em especial”, disse.

Para o padre João Paulo, coordenador da Abespa, a entidade está feliz com a parceria e espera poder contribuir de forma efetiva para a melhoria da qualidade de vida do povo Warao. “Estamos aqui para ajudar a acolher e cuidar dessas pessoas que tanto precisam da nossa ajuda”, afirma.

As famílias venezuelanas recebem, semanalmente, cestas básicas, com itens diferenciados, seguindo os seus costumes nutricionais. Eles também passam por avaliações nutricionais periódicas, vacinação, orientações de combate às drogas e violência nos abrigos, cursos profissionalizantes para inserção no mercado de trabalho, entre outros.

Semcaspi participa de capacitação sobre proteção às famílias indígenas venezuelanas

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) está participando da Capacitação sobre a Proteção e Atendimento às Famílias Venezuelanas, que teve início nesta segunda-feira, (27), no auditório da Escola Fazendária. A capacitação, que segue até esta terça-feira, (28), reuniu os órgãos competentes no atendimento aos indígenas venezuelanos.

A iniciativa é uma idealização da Secretaria Estadual de Educação do Piauí (Seduc), por meio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). O evento reuniu além da Semcaspi, representantes do Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome, a Sasc e a Semec.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, o atendimento e proteção que os indígenas necessitam é possível ser feito com a união das políticas públicas.

“A importância de capacitações com estas é muito grande. Tendo em vista que com estas capacitações a gente atende diretamente à necessidade dos trabalhadores que estão no dia a dia com as famílias indígenas e suas adversidades. Desta forma, a gente avança no atendimento das políticas sociais para esta população. As principais demandas dessas famílias são: emprego, educação e moradia e estamos mobilizando os órgãos competentes para sensibilizar os olhares e de fato impactar a vida destas pessoas”, ressaltou.

Vanusa Nunes, assistente sênior de campo da ACNUR, explica as dificuldades que abrangem o atendimento no acolhimento das famílias indígenas venezuelanas.

“São muitos os desafios! Para além da barreira linguística, grande parte dessa população não teve acesso ao letramento, além da dificuldade nas barreiras culturais de adaptação, a questão do acesso à saúde por um perspectiva multicultural de atendimento, considerando que além de refugiados e imigrantes eles são indígenas. A educação também é uma dificuldade e o acesso ao trabalho tem suas especificidades que precisam ser consideradas”, cita.

Barbara Anne, gestora do ensino fundamental da Semec, conta que a capacitação tem como objetivo principal trazer experiências e conhecimento aprofundado sobre os indígenas venezuelanos acolhidos em Teresina.

“Essa capacitação faz um elo entre as políticas públicas que cercam essa comunidade. Quanto ao atendimento realizado pela Semec, demos início às aulas com crianças de 6 a 17 anos, em três unidades de ensino na capital. Agora, no ano de 2023, iniciaremos o atendimento das crianças da educação infantil, entre 4 e 6 anos”, destacou.

AUMENTO DOS INDÍGENAS VENEZUELANOS NO BRASIL

Mônica Silva, analista técnica de políticas sociais do Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome, explica que desde 2016, o fluxo migratório dos venezuelanos indígenas e não indígenas tem crescido no Brasil e as diversas questões sociais.

“O trabalho com estas famílias é bastante complexo, por necessitar de olhares diversos às questões sociais, aos diferentes públicos, às vulnerabilidades, riscos sociais. Tudo isso precisa ser debatido e levado aos diferentes profissionais que atuam com estes públicos. Hoje, eles estão em todas as regiões brasileiras, com todas as suas especificidades, até porque os territórios são diferentes, mas também bastante similares, seja de moradia, acolhimento, alimentação, educação, saúde, benefício social. É preciso ampliar os diálogos, unir as políticas públicas, a fim de combater a crise humanitária”, pontuou.

Casa de Passagem do Migrante é inaugurada e atenderá 14 famílias venezuelanas

A Casa de Passagem do Migrante foi inaugurada nesta quinta-feira, (02), no Bairro Memorare, zona Norte de Teresina, e vai receber cerca de 14 famílias indígenas venezuelanas, de etnia Warao. A partir de segunda-feira, (06), às famílias cadastradas serão transferidas dos abrigos para a Casa de Passagem do Migrante.

A nova estrutura é fruto de uma parceria do Governo Estadual e Municipal, como: Secretaria Estadual da Assistência Social (Sasc); Secretaria de Estado da Educação (Seduc); e a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a Casa de Passagem do Migrante tem como objetivo receber os migrantes, que chegam até a cidade, oferecendo acolhimento, acompanhamento e inclusão social.

“É uma parceria que deu muito certo. Tendo em vista que as secretarias, Semcaspi e Sasc estão unidas para a política de assistência social dos migrantes, especialmente, com os venezuelanos. Vamos trazer para esta casa alimentação, material de higiene e limpeza e a Sasc vai entrar com a questão operacional. São serviços oferecidos de responsabilidade do Governo do Piauí e da Prefeitura de Teresina”, ressaltou.

Segundo Zé Santana, secretário da Sasc, a Casa de Passagem é para pessoas em trânsito e até para quem esteja residindo em Teresina, sem abrigo e em condições de vulnerabilidade social.

“Na Casa de Passagem, estas pessoas encontraram não apenas a assistência para acomodação, mas também em parceria com outros órgãos, tal como a Semcaspi, saúde e educação. Temos uma equipe técnica para recepcionar e dar os devidos encaminhamentos necessários, para proporcionar a mínima dignidade, como: acompanhamento de psicólogos, assistentes, brinquedoteca para as crianças, cursos profissionalizantes, aulas de português”, citou.

Ellen Gera, secretário da Seduc, destaca que houve duas grandes contribuições da Educação Estadual: o prédio, que era uma antiga escola; e também a oferta da educação pública.

“Estamos cedendo o prédio para servir de abrigo, mas é muito mais que apenas abrigo, aqui teremos acolhimento e também educação. Nós iremos trazer para os migrantes a nossa educação pública da rede estadual, tanto Educação de Jovens e Adultos (EJA), como a alfabetização. Também teremos a capacitação profissional, visando a integração dos migrantes que estão na nossa capital e no estado para que eles se sintam incluídos”, pontuou.

 VENEZUELANOS QUEREM TRABALHAR

Para Plácido, 48 anos, indígena venezuelano, as famílias venezuelanas são gratas ao novo projeto e que pretende se aperfeiçoar em uma profissão. “Nós só temos que agradecer ao poder estadual e municipal. Nós precisamos trabalhar, porque na Venezuelana, todos trabalhávamos, com a colheita de frutas e artesanatos. Então, precisamos deste apoio”, comentou.

Indígenas venezuelanos participam da “Feira das Praças” com produtos artesanais

Os indígenas venezuelanos, acolhidos em abrigos da Prefeitura Municipal de Teresina (PMT), estão vendendo produtos artesanais na “Feira das Praças”, que teve início nesta sexta-feira, (20), na Praça Saraiva, localizada no Centro da capital. As peças artesanais ficarão disponíveis para a venda até o encerramento do evento, neste sábado, (21).

A iniciativa da “Feira das Praças” é da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec). A Secretaria Municipal de Assistência Social e Politicas Integradas (Semcaspi) participou da ação com o estande dos indígenas venezuelanos.

Segundo o secretário da Semcaspi, Allan Cavalcante, que esteve presente na exposição, essa é uma oportunidade para dos indígenas venezuelanos compartilharem a cultura deles com as peças artesanais.

“O Prefeito Dr. Pessoa tem se mostrado sensível para as melhorias nas condições de vida dos venezuelanos acolhidos nos abrigos. Este é um momento ímpar para que eles possam expor seus dons, talentos com artesanatos, artes e bijuterias a sociedade teresinense. O que é extremamente importante, pois não tiveram essa oportunidade em exposições anteriores”, pontuou.

Allan Cavalcante ressalta ainda que, para participar do evento, os indígenas venezuelanos tiveram toda uma preparação, por meio de capacitação para comprender o mercado de peças  artesanais.

“Eles tiveram todo o apoio e assessoria da Semcaspi para confecção dos materiais e dos preços das peças. A ideia é orientar estes artesãos a colocar os preços devidos em seus produtos e compreender o mercado local. Apesar destas orientações, eles ficaram bem à vontade quanto a escolha dos preços e empolgados para a venda”, pontuou.

Para gerente de Proteção Social Básica da Semcaspi, Graciane Neves, a feira é um meio de compartilhar os talentos no artesanato dos indígenas venezuelanos com os teresinenses.

“Na feira, os venezuelanos estão mostrando o artesanato feito à mão por eles, como: colares, pulseiras e as redes. Eles participaram de um curso onde receberam todas as instruções para esse evento”, destacou.

PRODUTO DA TERRA

De acordo com o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, a “Feira das Praças” é uma ação que promete se estender a mais espaços na capital e fomentando o maior número de empreendedores.

“Esta ação é a amostragem inicial. Vamos fazer isso em todos os recantos de Teresina. É uma iniciativa que envolve a natureza e o ganho econômico. O evento acontecendo nas praças públicas, não precisamos pagar imposto, nem pagar o espaço e nem a eletricidade. O que precisamos é apenas de pessoas que produzem e realizem seus empreendimentos. Queremos que seja compartilhado os produtos da terra”, esclarece.

Indígenas venezuelanos recebem segunda dose da vacina contra Covid-19

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), em parceria com a Fundação Municipal de Saúde (FMS), realizou, na última sexta-feira (25/06), a aplicação da segunda dose da vacina contra Covid-19 nos indígenas venezuelanos, da etnia Warao, que residem nos três abrigos. Ao total, foram aplicadas 72 doses da vacina nos acolhidos para a conclusão do ciclo de imunização.

 

As 72 doses, que são da vacina AstraZeneca, foram aplicadas em:  30 acolhidos no abrigo CSU do Bairro Buenos Aires;  18 no  abrigo Piratinga do Bairro Poti Velho,  e 24 do abrigo Emater.

 

Segundo Graceane Neves, gerente da Proteção Social Especial (GPSE), os indígenas venezuelanos tiveram uma boa aceitação em tomar a vacina contra a Covid-19.

 

“Estamos buscando informar e combater as fake news, que eles recebem pelo celular e este trabalho tem sido feito junto com os coordenadores e assistentes sociais, para sensibilizar sobre a importância da imunização. Uma das nossas dificuldades é porque tem alguns acolhidos que não completaram o ciclo de imunização por não estar no abrigo e estão viajando para fora do estado, sem previsão de retornar”, ressaltou.

 

Para Santiago Oliveira, coordenador do abrigo CSU do Buenos Aires, a vacinação contra a Covid-19 vai promover mais segurança tanto aos venezuelanos, quanto aos funcionários que atuam nos abrigos.

 

“Essa vacina é de grande importância, tendo em vista, os hábitos dos próprios indígenas. Apesar das orientações e informações que os acolhidos recebem da equipe, eles têm resistência em usar máscaras e fazer a higienização das mãos. A imunização, sem dúvidas, traz um sentimento de segurança nos abrigos”, pontuou.

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