Semcaspi realiza seminário sobre as condicionalidades do Bolsa Família para agentes de saúde e enfermeiros

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), em parceria com a Fundação Municipal de Saúde (FMS), iniciou nesta segunda-feira, (3), no Teatro João Paulo II, no bairro Dirceu, o Seminário “Dialogando sobre as Condicionalidades do Programa Bolsa Família na Saúde”. A primeira etapa do seminário segue até esta terça-feira, (4), e tem como público-alvo agentes comunitários de saúde da zona Sudeste.

O Seminário “Dialogando sobre as Condicionalidades do Programa Bolsa Família na Saúde” abrangerá também os enfermeiros das equipes de estratégia de saúde da família da zona Sul e deve acontecer nos dias 13 e 14 deste mês, no Centro Social Padre Pedro Balzi, no bairro Vermelha.

De acordo com Aline Teixeira, secretária executiva do SUAS/Semcaspi, o seminário tem como objetivo conversar e dialogar diretamente com os profissionais que atuam com as famílias em seus domicílios.

“O agente comunitário de saúde é um profissional muito estratégico para o programa Bolsa Família e esse seminário tem como objetivo sanar todas as dúvidas, prestar esclarecimentos sobre como eles podem contribuir como um profissional, agente de garantia de direitos. Porque garantido esse direito no âmbito da saúde essas famílias beneficiadas também têm suas condicionalidades cumpridas, que são importantes para que elas permaneçam no programa”, explicou.

Para Madalena Leal, assistente social da regional de saúde Sudeste, a iniciativa fortalece a articulação entre a política de assistência social e a política de saúde.

“O seminário é de grande importância, na medida em que tivemos algumas modificações em relação ao acompanhamento das condicionalidades do programa de transferência de renda Bolsa Família, no qual, os agentes de saúde são atores de suma importância na coleta de dados dessas informações e do acompanhamento de crianças, gestantes e idosos na saúde. Então, há a necessidade desta troca e articulação entre a política de assistência social e a política de saúde, pois é essencial e vai qualificá-los para que desenvolvam seu trabalho de forma que garanta os direitos destas famílias”, ressaltou.

NOVAS ORIENTAÇÕES

Jovina Sérvulo, coordenadora das Condicionalidades do Programa Bolsa Família/Semcaspi, destaca que com a nova versão do Bolsa Família é preciso alinhar as informações referentes às condições para que as famílias sejam beneficiárias. “A nova versão do Bolsa Família trouxe algumas novidades que no âmbito da educação e da saúde precisam ser levadas em consideração. Estamos mobilizando, este mês, tanto os agentes comunitários quanto os enfermeiros das regiões, para que eles possam realizar o trabalho necessário junto às famílias”, comentou.

Indígenas venezuelanos recebem segunda dose da vacina contra Covid-19

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), em parceria com a Fundação Municipal de Saúde (FMS), realizou, na última sexta-feira (25/06), a aplicação da segunda dose da vacina contra Covid-19 nos indígenas venezuelanos, da etnia Warao, que residem nos três abrigos. Ao total, foram aplicadas 72 doses da vacina nos acolhidos para a conclusão do ciclo de imunização.

 

As 72 doses, que são da vacina AstraZeneca, foram aplicadas em:  30 acolhidos no abrigo CSU do Bairro Buenos Aires;  18 no  abrigo Piratinga do Bairro Poti Velho,  e 24 do abrigo Emater.

 

Segundo Graceane Neves, gerente da Proteção Social Especial (GPSE), os indígenas venezuelanos tiveram uma boa aceitação em tomar a vacina contra a Covid-19.

 

“Estamos buscando informar e combater as fake news, que eles recebem pelo celular e este trabalho tem sido feito junto com os coordenadores e assistentes sociais, para sensibilizar sobre a importância da imunização. Uma das nossas dificuldades é porque tem alguns acolhidos que não completaram o ciclo de imunização por não estar no abrigo e estão viajando para fora do estado, sem previsão de retornar”, ressaltou.

 

Para Santiago Oliveira, coordenador do abrigo CSU do Buenos Aires, a vacinação contra a Covid-19 vai promover mais segurança tanto aos venezuelanos, quanto aos funcionários que atuam nos abrigos.

 

“Essa vacina é de grande importância, tendo em vista, os hábitos dos próprios indígenas. Apesar das orientações e informações que os acolhidos recebem da equipe, eles têm resistência em usar máscaras e fazer a higienização das mãos. A imunização, sem dúvidas, traz um sentimento de segurança nos abrigos”, pontuou.

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