Defesa Civil aponta região do Pedro Balzi como zona mais crítica de Teresina

Na manhã desta quarta-feira (27) a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI) por meio da Defesa Civil do município de Teresina, fez vistoria em uma das 56 áreas de risco mapeadas na cidade.

A região visitada foi a zona mais crítica, localizada no Conjunto Pedro Balzi no assentamento Nova Esperança, na zona Sudeste da capital. Na localidade, encontra-se uma encosta que corre risco de desmoronamento nas moradias que foram construídas próximas a ela.

O Tenente Antônio Linhares, agente da Defesa Civil, informa que há uma tentativa de retirada dessas famílias e não ocupação deste local.

“Caso os moradores observem o aparecimento de rachaduras em suas residências, de afundamento de pisos e de queda de sedimentos do paredão, devem entrar em contato imediatamente com a Defesa Civil”, diz o Tenente Antônio Linhares.

Segundo Antônio Luiz, um dos moradores de uma dessas casas do assentamento Nova Esperança, residente no local há 5 anos, conta que por questões financeiras permanece na região.
“Apesar dos riscos de desmoronamento eu não pretendo sair daqui pois estou desempregado e não tenho nenhum outro lugar para ir”, destaca o morador.

A Defesa Civil do Município de Teresina, junto com a Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sudeste, vem fazendo visitas e orientando a população da região para que não se construam habitações próximas aos barrancos, pois com o período de chuvas os riscos de desmoronamento aumentam.

Para formalizar alguma ocorrência sobre riscos de desmoronamentos, enchentes e enxurradas decorrentes do período chuvoso, a Defesa Civil orienta ligar para o número 153.

Defesa Civil faz alerta para início do período de queimadas em Teresina

Com o período chuvoso praticamente encerrando no Piauí, as atenções das autoridades da gerência de Defesa Civil da Secretaria Municipal Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) se voltam para a prevenção das queimadas no município de Teresina. Por conta disso, os técnicos deram início aos primeiros trabalhos de orientação à população sobre os riscos provocados pelos incêndios e o monitoramento dos lugares que foram foco nos anos anteriores.

O gerente da Defesa Civil Municipal, tenente Antônio Linhares, explicou que o trabalho preventivo está sendo feito no sentido de conscientizar a população que os incêndios podem trazer problemas respiratórios ocasionando uma superlotação nos hospitais.

“É nesse período em que se tornam comuns os incêndios florestais e em terrenos baldios. É importante que as pessoas evitem a queima do lixo e da vegetação para a limpeza de terrenos, caso contrário, a fumaça pode ocasionar doenças respiratórias provocando até uma confusão com os sintomas da covid-19”, disse o tenente Linhares.

Por conta da pandemia do coronavírus, a equipe deu inicio, junto com outros órgãos, ao planejamento preventivo da Operação Queimadas, que visa fazer o monitoramento dos lugares mais vulneráveis e que tiveram índice de ocorrência maior nos últimos anos.

“Estamos fazendo esse trabalho de alerta à população porque a queima de resíduos é proibida por lei e pode gerar multas. É importante que a população faça sua parte e denuncie nos órgãos de segurança quem insistir em provocar incêndios. Nesse mês de junho, vamos traçar nossas estratégias para fazer o monitoramento da área rural do município, levando em consideração as orientações dos profissionais da saúde”, completou.

Apesar da quarentena, a Defesa Civil Municipal continua atuando em regime de plantão e pode ser solicitada através de ligação gratuita para o número 153 ou através de ofício encaminhado à sede da Semcaspi, que fica localizada na Rua Álvaro Mendes, nº 86, no Centro.

Mais de 100 famílias são retiradas de áreas de risco em Teresina

A Prefeitura de Teresina tem intensificado o trabalho de assistência e atendimento às famílias em situação de risco por conta das chuvas e cheias dos rios na capital. Apesar do momento delicado contra a pandemia do vírus Covid-19, as equipes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) seguem trabalhando para auxiliar as famílias que têm suas casas comprometidas com as chuvas. Nos últimos três dias, 116 famílias foram removidas dos locais de risco. Somente a zona sudeste concentra 59% dos casos de desabrigamento, seguido da zona sul com 27%.

A Defesa Civil está atuando junto às SDUs e Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) de todos os territórios de Teresina para que as famílias que precisam ser retiradas das áreas afetadas possam ser devidamente atendidas. “Nós criamos um protocolo de atendimento em decorrência das enchentes. A Semcaspi, por meio das Gerências de Proteção Social, Defesa Civil e CRAS, está realizando a identificação destas famílias e dando os encaminhamentos junto as SDUs para que elas sejam inseridas no Programa Cidade Solidária, caso precisem ser removidas do local. A gestão da secretaria está dando todo o apoio, todo o suporte organizacional para que essas equipes atuem em todos os territórios”, afirma o secretário Samuel Silveira, da Semcaspi.

O tenente Antônio Linhares da Defesa Civil Municipal afirma que os volumes dos rios estão sendo monitorados diariamente. “Segundo o último boletim que recebemos as medições apontam a redução dos níveis de água nos rios. E, desde que não haja aumento de chuva nas bacias dos rios, a tendência é diminuir os infortúnios. O que temos identificado são muitos alagamentos nas regiões ribeirinhas do rio Poti bem como alagamentos e desabamento de imóveis próximo a córregos e galerias. A população pode acionar o atendimento da Defesa Civil por meio do número 153”, disse.

As equipes dos CRAS, compostas por assistentes sociais, psicólogos e servidores, estão todas em campo, mobilizadas para atuar nesse momento de atendimento emergencial às famílias. “A primeira preocupação está em retirar as famílias dos locais de risco. As equipes de CRAS vão diretamente nos locais e buscam conscientizar as famílias para que elas aceitem sair de suas residências explicando que a vida delas está em risco. Após isso, as equipes explicam o benefício Cidade Solidária e também ajudam as essas pessoas a procurar residências para acolhimento ou aluguel. As equipes também identificam a necessidade das famílias em receber outros benefícios ofertados pela Semcaspi, como cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza”, explica Larissa Rêgo, assistente social da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

A Semcaspi reforça que os servidores da sede e unidades de referência estão funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população. Lembra ainda que servidores dos grupos de risco foram afastados, conforme orientações das autoridades de saúde e por meio do Decreto Municipal nº 19.531 de 18 de março de 2020, que declara situação de emergência em saúde pública no município. Destaca também que as equipes de operação do Programa Cidade Solidária estão trabalhando em consonância com as recomendações de prevenção da propagação do Covid-19.

 

Zona Norte concentra 40% dos atendimentos realizados pela Defesa Civil Municipal

O trabalho da Defesa Civil Municipal se intensifica bastante durante o período chuvoso em Teresina. Somente no mês de janeiro, foram atendidas cerca de 30 ocorrências emergenciais por meio do telefone 153, deste total, quatro foram em decorrência de desabamentos. A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) está monitorando todos os pontos em situação de risco por meio da Gerência de Defesa Civil.

O mapeamento feito pela gerência detectou 56 áreas de risco existentes na capital. A zona Norte concentra 40% das ocorrências e riscos de alagamentos, desabamentos e deslizamentos próximos de residências. Ana Carolina de Oliveira passou por um grande susto com o esposo e os dois filhos, um de dois anos e outro de 10 meses. A doméstica de 28 anos teve sua residência no Residencial Dilma Rousseff totalmente comprometida em decorrência das chuvas de janeiro e precisou deixar a casa.

“Eu e minha família estávamos já deitados à noite quando começou a chover forte. Como nossa casa era de barro, as paredes começaram a cair. Nós estávamos sem contato com ninguém e decidimos ligar para a Defesa Civil. Eles foram lá, viram nossa situação e falaram que deveríamos sair de casa. O primeiro atendimento foi com a Defesa Civil, depois a Assistência Social da Prefeitura veio nos visitar. Eles foram muito solidários com a gente. Conseguimos alugar uma casa paga pela prefeitura”, explica Ana Carolina.

Os agentes da Defesa Civil realizam o primeiro atendimento no local e encaminham as demandas para as Superintendências de Desenvolvimento Urbano e Rural (SDUs/SDRs). As SDUs e SDRs fazem uma vistoria e avaliam o grau de comprometimento das construções. Após avaliação da equipe de engenharia, é feito um segundo encaminhamento, desta vez, para a equipe socioassistencial da Semcaspi.

Através do Programa Cidade Solidária, as famílias em situação de vulnerabilidade recebem um auxílio financeiro destinado a sanar a demanda habitacional, o aluguel solidário. Segundo Kânia Brito, gerente de Proteção Social Básica da Semcaspi, atualmente há 346 famílias cadastradas no programa Cidade Solidária nas duas modalidades, Aluguel Solidário e Família Acolhedora. Em janeiro deste ano, 14 famílias começaram a receber o auxílio de aluguel.

“O fluxo inicia a partir do atendimento pelo número 153. A defesa civil vai até o local, identifica a situação e encaminha para SDU para ser aberto o processo; após, o processo vem para a Semcaspi, onde é feito a solicitação para inclusão no Cidade Solidária. O valor pago é de R$ 300,00 durante seis meses, podendo ser renovado por igual período, e só encerra quando a demanda da família houver sido solucionada”, afirma a gerente.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Deolindo Nascimento, o órgão está fazendo visitas frequentes em todas as áreas de risco. O trabalho integrado com as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) e as Superintendências de Desenvolvimento Rural (SDRs) também verifica os sistemas de drenagem e é feito limpeza de bueiros a fim de evitar os transtornos causados pelas chuvas.

A Defesa Civil alerta que os locais em situação mais crítica são Parque da Vitória, Parque Eliane e Irmã Dulce na zona Sul, Vila Apolônio, Parque Brasil e Parque Alvorada na zona Norte, Vila Mandacaru, Pedra Mole e Vila do Avião na zona Leste, Pedro Balzi, Vila Verde e Deus Proverá na zona Sudeste. Na zona rural o acompanhamento está sendo realizado no povoado Santa Luz, São Vicente e Cajazeira.

A população pode entrar em contato com a Defesa Civil por meio do número 153. Sobre o Aluguel Solidário, basta procurar um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo ou solicitar atendimento pelo telefone 3131-4729 da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

Defesa Civil Municipal traça plano de atuação no período chuvoso

A Defesa Civil Municipal de Teresina iniciou nesta segunda-feira (3) o trabalho de monitoramento das áreas de risco que sofrem com os efeitos das chuvas em todas as zonas na capital. Ao todo, 52 áreas que estão sendo monitoradas em toda a capital para que seja feito o mapeamento das demandas e direcionamento das ações para as áreas mais críticas.

Segundo o coordenador da Defesa Civil, Deolindo Nascimento, o órgão vem realizando o monitoramento integrado com as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) e as Superintendências de Desenvolvimento Rural (SDRs), assim como verificando os sistemas de drenagem e realizando limpeza em bueiros a fim de evitar transtornos causados pelas chuvas.

As equipes da Defesa Civil seguem visitando regiões afetadas e já traçou um plano emergencial para atender aos locais em situação mais crítica, que são: Parque da Vitória, Parque Eliane e Irmã Dulce na zona Sul, Vila Apolônio, Parque Brasil e Parque Alvorada na zona Norte, Vila Mandacaru, Pedra Mole e Vila do Avião na zona Leste, Pedro Balzi, Vila Verde e Deus Proverá na zona Sudeste e na zona Rural o acompanhamento será realizado no povoado Santa Luz, São Vicente e Cajazeira.

O trabalho da Defesa Civil está orientando os moradores quanto aos riscos da permanência nestas áreas, serviços de atendimento emergencial realizado pelo órgão e ainda sobre os requisitos para inclusão de famílias em situação de vulnerabilidade no Programa Cidade Solidária, um dos serviços socioassistenciais do município. A Defesa Civil reforça que a população deve notificar à equipe quaisquer ocorrências por meio de ligação gratuita no número 153.

Prefeitura disponibiliza número 153 para atendimentos de ocorrências do período chuvoso

A Prefeitura de Teresina disponibiliza para a população o número 153, canal direto de contato da população com a Defesa Civil Municipal. A ligação para o número permite que os teresinenses solicitem ao órgão o monitoramento, que pode ajudar na identificação e remoção das áreas de risco. A ligação para o 153 é gratuita e é também uma importante ferramenta na garantia de segurança e dignidade ao alcance da população.

Por meio desse contato, se pode solicitar também outros atendimentos essenciais, como obter orientações como as fornecidas pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS); e fazer qualquer denúncia que se ache necessária, seja para os Conselhos Tutelares ou outro órgão responsável pela formalização de denúncias.

O coordenador da Defesa Civil de Teresina, Sebastião Domingos, reforça que entrar em contato com o órgão possibilita uma rapidez maior no atendimento; “Lembrando a população teresinense que, em situação de alagamentos, deslizamentos, desabamentos ou simplesmente situação de risco identificada e avaliada pelos próprios moradores, já se pode entrar em contato a Defesa Civil por meio do número 153”, explica Sebastião Domingos.

“É muito importante que a população de Teresina contribua com o trabalho da Defesa Civil Municipal pelo número 153, para o efetivo atendimento do órgão, o que possibilita mais agilidade e resolutividade dos problemas decorrentes de chuvas”, pontua Samuel Silveira, secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

Prefeitura atende mais de 230  famílias que tiveram casas alagadas em Teresina

O atendimento é feito através de equipes formadas por CRAS, SDU’s e Semduh

 

Cerca de 236 famílias vítimas dos alagamentos por conta das últimas chuvas já receberam o atendimento inicial da Prefeitura de Teresina. Ao todo, 771 pessoas foram atendidas. As famílias devem ser incluídas no programa Cidade Solidária, para receber o aluguel solidário por parte do município.

As equipes, formadas pela equipe técnica de um dos 19 CRAS da capital, além de representantes das SDU’s e da Semduh, fazem visitas às famílias vítimas de alagamento. A Semcaspi está em regime de plantão para atender as famílias. “Estamos garantindo um atendimento digno para essas famílias que perderam suas residências. As equipes da Prefeitura de Teresina têm trabalhando incansavelmente para garantir o auxílio necessário às pessoas que precisam”, reforça Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

Cerca de 180 servidores da Semcaspi, SDU’s e Semduh estão envolvidos nos monitoramentos e de atendimentos das famílias. O trabalho segue neste domingo (7), visando a inclusão das vítimas no Cidade Solidária.

O programa atende famílias em situações emergenciais de desabrigamentos, em consequência das chuvas, infortúnios, incêndios, alagamento, transbordamento de rios ou lagoas ou ainda, situações de vulnerabilidades temporárias. O trabalho é executado pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) em parceria com a Semduh, das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDU) e Rural (SDR).

Prefeitura remove famílias de 12 áreas atingidas pelas chuvas em Teresina

A Prefeitura de Teresina está fazendo neste sábado (6), a retirada das famílias que moram em 12 áreas atingidas pelas chuvas na capital. Desses locais, o bairro Novo Milênio é considerado o de maior gravidade. Outros locais, como Vila Ferroviária, localizada na zona Sudeste, Vila Mandacaru, na zona Sul, e também na região do bairro Água Mineral, na Vila Verde e da Vila Beira Rio, que ficam na zona Norte da capital.

As equipes com caminhões já estão fazendo a remoção das pessoas que moram nesses locais. Ao todo, são mais de 180 servidores da Prefeitura de Teresina envolvidos nas remoções, da Semcaspi (Assistência Social e Defesa Civil de Teresina), Semduh e SDU’s. As famílias estão sendo encaminhadas para pontos de abrigamento das famílias, nas quatro zonas da capital.

A secretária executiva de Assistência Social do município, Mauricéia Carneiro, ressalta que a Prefeitura tem, por preferência, a inclusão das famílias no Cidade Solidária, para que sejam acolhidos por parentes ou vizinhos. “A nossa primeira alternativa é a inclusão no Cidade Solidária, porque é o acolhimento mais digno e humano para a população. Mas caso seja necessário, a Prefeitura disponibiliza pontos de abrigamento das pessoas atingidas pelas chuvas”, reforça a secretária executiva, Mauricéia Carneiro.

A Defesa Civil Municipal, está dando prioridade para os locais mais graves, como o povoado Santa Luz, na zona rural Norte, com ênfase no monitoramento das áreas críticas. A população pode entrar em contato com o órgão por meio de ligação gratuita para o número 153.

 

Confira as 12 áreas monitoradas pela Prefeitura:

 – Zona Sudeste: Vila Verde, Nossa Senhora da Guia, Pantanal e Novo Milênio;

 – Zona Sul: Vila Nova Parnaíba, Prainha, Areias e Parque Vitória;

 – Zona Leste: Vila Mandacaru;

 – Zona Norte: Água Mineral, Risoleta Neves, Vila Ferroviária.

Defesa Civil de Teresina reforça monitoramento dos rios Parnaíba e Poti após fortes chuvas  

Por conta das fortes chuvas que atingiram a capital, na noite desta quarta (3), a Defesa Civil Municipal de Teresina reforçou na manhã de hoje (4), o trabalho de monitoramento do nível das águas dos rios Poti e Parnaíba. O monitoramento do nível acontece em pontos específicos dos rios, como o Encontro dos Rios, no rio Parnaíba; e em pontos do Rio Poti, como o Dique de proteção, no Poti Velho e próximo à ponte Anselmo Dias.

 O órgão também atendeu às áreas mais atingidas pela chuva nas quatro zonas da capital e também na zona rural, como nos povoados Santa Luz, Fazenda Soares, Boqueirão e o Baixão do Carlos. O órgão deu também atenção especial para os bairros Parque Alvorada, Vila Dagmar Mazza, Satélite, além da Vila da Fraternidade e do Planalto Bela Vista.

“Nós reforçamos que a população deve manter relação próxima com a Defesa Civil de Teresina, por meio de ligação gratuita para o número 153. No momento atual, estamos em fase de monitoramento tanto da situação das áreas de risco, 56 estão sendo monitoradas na capital, como das famílias que possuem casas em situação de risco de desabamento”, informa Sebastião Domingos, coordenador do órgão.

 Contato

A população pode entrar em contato com o número 153, que tem se mostrado uma plataforma importante no auxílio à população teresinense porque propicia o contato gratuito com a Defesa Civil. Através da ligação, o morador recebe, antecipadamente, instruções sobre procedimentos necessários a seguir, a fim de preservar bens materiais e, principalmente, a vida. As denúncias podem ser de casos de risco de deslizamentos, desabamentos, alagamentos, queda de árvores, rachaduras, afundamento de solo, dentre outras.

Defesa Civil Municipal monitora bairros atingidos pelas chuvas nesta quarta (3)

A Defesa Civil Municipal de Teresina manteve, nesta quarta-feira (3) o trabalho de monitoramento dos efeitos das intensas chuvas que atingiram a capital na noite da última terça (2). A equipe vem visitando as regiões mais afetadas, promovendo à inclusão das famílias de áreas de risco no programa Cidade Solidária e atendendo aos chamados feitos ao telefone 153.

Hoje (3), a equipe dirigiu-se às áreas mais atingidas pela chuva. O roteiro de atendimentos incluiu as regiões da Vila Dagmar Mazza, – onde pelo menos cinco casas apresentam risco de desabamento -, o bairro Satélite, além da Vila da Fraternidade e do Planalto Bela Vista, onde foram identificadas duas residências com grave risco de desabamento. As famílias vão receber a notificação para que a casa seja desocupada, e o órgão vai encaminhar a s famílias para os programas de assistência do município.

As zonas rurais da capital também estão previstas para receberem o monitoramento do órgão. A Defesa Civil reforçou que a população deve manter relação próxima com a equipe, por meio de ligação gratuita para o número 153.

“No início do mês de novembro de 2018, a Defesa Civil de Teresina iniciou os trabalhos relativos à chuva, que incluem o monitoramento das áreas de risco existentes na cidade de Teresina e o atendimento às famílias atingidas. No momento atual, estamos em fase de monitoramento tanto da situação das áreas de risco, como das famílias que estão lá”, detalha Sebastião Domingos, coordenador do órgão.

 

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