A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) realizou na manhã desse sábado, (25), de 8h às 13h, no CRAS Sul II, localizado no bairro Vila Irmã Dulce, o mutirão de cadastramento para famílias inseridas no Cadastro Único (Cadúnico). A ação aconteceu devido intensa procura por atualização cadastral e novas inserções no CRAS Sul II.
De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, devido ao número de bloqueios e necessidade de atualização, a procura de atendimento na unidade foi ampliada.
“Em Teresina, temos 19 CRAS, de Norte a Sul da capital, e apenas esta unidade apresentou esta intensa procura. Cada unidade atua com dois a três entrevistadores sociais, nesta atualmente contamos com dois. Entre outubro a novembro, o CRAS Sul II já realizou dois mutirões. Estaremos sempre atentos às necessidades dos nossos públicos e disponíveis a buscar soluções sempre que houver demandas”, ressaltou.
Allan Cavalcante destaca que nos últimos dois anos os CRAS receberam melhorias estruturais, tecnológicas e de pessoal.
“Os CRAS são a porta de entrada para a assistência social. Não é só para se cadastrar no Bolsa Família. As famílias nos procuram para cadastros, para concessão de diversos outros benefícios, como Auxílio Financeiro, cestas básicas, participação nos centros de convivência, nos Programas Abrace Nós, Criança Feliz, PAIF e até mesmo para pedir informações e orientações. Desta forma, convocamos candidatos em concurso, fizemos retalhamento e pintura nas unidades, melhoramos a climatização, instalamos novos bebedouros e colocamos uma internet mais veloz nas, para justamente facilitar esse atendimento”, pontuou.

Ação faz parte da campanha “Faça Bonito”, em alusão ao dia 18 de maio
O Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) Sul II, em parceria com a rede de assistência social e educação do município, promoveu, na manhã de hoje (20), uma caminhada de sensibilização e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes em Teresina. A atividade faz parte da campanha “Faça Bonito”, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado no último 18 de maio.
Às 7h30, usuários do CRAS, além de alunos e equipes do Centro de Juventude e CMEI Santa Cabrini, e das Escolas Municipais Maria Socorro e Monteiro Lobato fizeram o percurso da Praça do Esplanada, na Vila Irmã Dulce, até a Escola Municipal Monteiro Lobato.
“Durante a caminhada, foi feita a divulgação de serviços e locais de denúncia, além de apresentações culturais. Acima de tudo, foi reforçada a mensagem da campanha nacional deste ano, que é: esquecer é permitir, lembrar é combater”, pontua a gerente do CRAS Sul II, Katiuscia Josino.
Disque Cidadania (153) e Disque Direitos Humanos
Em Teresina, é oferecido ao público o 153, número específico de contato para denúncias de violações de direitos, como o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O número 153 oferece o contato direto com os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e também com os Conselhos Tutelares da capital, órgãos responsáveis por garantir os direitos das crianças e dos adolescentes.
Atualmente, Teresina conta com 25 conselheiros tutelares e 17 suplentes atuando em quatro zonas da capital. O atendimento é ofertado também por meio de encaminhamentos da rede de garantia de direitos, além de escolas, juizados, entre outros. As ligações são gratuitas e o sigilo do nome do denunciante é mantido.
Para contato com os conselhos tutelares, a população pode ligar também para os seguintes números: Conselho Tutelar I/Centro-Norte: 3215-9313; Conselho Tutelar II/Zona Sudeste: 3215-9360; Conselho Tutelar III/Zona Sul: 3227-6714; Conselho Tutelar IV/Zona Leste: 3233-8841.
A população pode denunciar também por meio do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, serviço nacional de atendimento telefônico gratuito, que funciona 24 horas por dia, nos sete dias da semana. As denúncias recebidas são analisadas, tratadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos, no prazo máximo de 24 horas, respeitando a competência e as atribuições específicas, e priorizando qual órgão será direcionado de forma imediata no rompimento do ciclo de violência e proteção da vítima.