Semcaspi compõe comitê de monitoramento das chuvas em Teresina

A Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) tem atuado emergencialmente para evitar os danos causados pelas chuvas, assim como em apoio às famílias em situação de vulnerabilidade em decorrência das fortes chuvas na capital. Juntamente com a Defesa Civil Municipal e a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDUs), a secretaria faz parte do comitê responsável por monitorar, prevenir e agir diante dos transtornos na capital, atuando na garantia do acolhimento e assistência às pessoas e famílias que precisam de suporte.

Após atendimento pela Defesa Civil no qual seja identificado que há necessidade de que famílias sejam realocadas, as SDUs são notificadas e encaminham relatórios para a Semcaspi, que acolhe essas famílias, tomam ciência das principais necessidades que estas possuem e auxiliam na oferta de abrigo, por meio do Cidade Solidária. O mesmo acontece com as pessoas em situação de rua que são encaminhadas para abrigos municipais.

A secretária municipal da Semcaspi, Eliane Nogueira, ressalta que o principal objetivo do comitê é a prevenção. “Já é de conhecimento de todos que no início do ano sempre temos muitas chuvas e com ela, Teresina passa a ter alguns casos de transtornos causados pela chuva. Esse ano, mais que dar o devido suporte a quaisquer pessoas que venham a sofrer com isso, nós estamos monitorando e criando estratégias para prevenir e evitar qualquer grande problema. Estamos com uma equipe especializada e comprometida a fazer o necessário por nossa comunidade”, afirmou a secretária.

Entre os serviços eventuais estão o acolhimento em unidades da prefeitura ou por meio do Programa Cidade Solidária. Durante esse processo, as famílias são abrigadas em instalações providas pelo município no qual recebem suporte básico, como cestas básicas, kits de limpeza, kits de higiene e o kit de acolhimento no primeiro contato após o cadastro na Superintendência de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (SDU) da região afetada.

Além do acolhimento em unidades, as famílias que encontram abrigo temporário em residências de familiares ou amigos recebem o um auxílio financeiro no valor de R$ 300,00, como forma de contribuir com os custos adicionais gerados por essa acolhida, além de receberem cestas básicas, kits de limpeza e kits de higiene.

FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE RISCO

As famílias que moram em áreas de risco devem, em caso de emergência, acionar a Defesa Civil Municipal por meio do número (86) 99514-2250 para que ocorra o monitoramento da residência e o cadastro inicial. O atendimento da Defesa Civil Municipal é 24h.

Mais de 800 famílias são beneficiadas pelo programa Cidade Solidária em Teresina

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) informou que, até o mês de abril deste ano, 801 famílias acolhedoras estão sendo beneficiadas com o Programa Cidade Solidária. Este número é superior ao registado no ano de 2022, que apontava 773 famílias acolhedoras.
As famílias beneficiadas, na modalidade aluguel social, são as famílias que acolhem aquelas que estavam em situação de desabrigamento. Já as famílias acolhidas têm os seguintes benefícios: kit acolhimento, cesta básica e o kit higiene e limpeza, sendo estes últimos entregues de forma mensal.
Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, o atendimento a famílias que estão em situação de desabrigamento é feito pela união de secretarias.
“O Prefeito Dr. Pessoa determinou que fosse criado o Comitê Emergencial para que fosse feito um diálogo constante com os órgãos municipais. A Defesa Civil Municipal é o primeiro órgão a prestar atendimento, monitorando as casas e as famílias, em seguida, as SAADs de cada região, fazendo o cadastro e a inserção das famílias no Programa Cidade Solidária ou solicitando a inclusão em um abrigo. A Semcaspi atua no atendimento das solicitações das SAADs, na tentativa de melhor acolher essas famílias”, explicou.
Allan Cavalcante conta que o valor de R$300 pagos por meio do Programa Cidade Solidária é uma quantia determinada por lei e só pode ser modificado mediante a alteração na legislação.
“Muitas famílias questionam o valor pago pelo Programa Cidade Solidária, que não dá para pagar um aluguel. No entanto, o Programa promove um serviço de família acolhedora, em que os R$300 representa um valor pago às famílias que acolhem outras, que geralmente são parentes ou amigos”, pontuou.
ABRIGOS MUNICIPAIS
Para as famílias que não conseguem se enquadrar na modalidade de família acolhedora, estão disponíveis dois abrigos municipais: Casa de Acolhimento Tenente Coronel Costa Neto e o Centro de Capacitação da Redenção. Atualmente, estes abrigos acolhem 18 famílias em situação de desabrigamento.
“A gente buscou o diálogo com as famílias que tinham um local para serem acolhidos, na casa de algum familiar ou amigo, e para aqueles que não tinham, a saída foi o acolhimento temporário em abrigos. Este acolhimento tem acontecido até que outras políticas possam atuar, inclusive a de habitação, sanando o problema destas famílias”, destacou, Aline Teixeira, secretária executiva do SUAS/Semcaspi.

Semcaspi integrará Comitê Emergencial das enchentes com a concessão dos benefícios e auxílios

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) foi uma das secretarias que participou na manhã desta quarta-feira, (9), na sala de reunião da SAAD Norte, para debater ações do Plano de Inundação Emergencial de Teresina. A reunião foi comandada pelo Prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, que determinou a reativação do Comitê Emergencial do período chuvoso.

Além disso, durante a reunião foram levantadas as principais necessidades para a atuação no atendimento às famílias em situação de risco, como: carros, equipamentos de segurança, equipes 24h, alimentação, atendimentos de saúde e de assistência social.

Segundo o prefeito Dr. Pessoa, a atuação será de forma preventiva, em especial, com a construção de casas por meio da Semduh, que está em fase final de licitação.

“Toda a administração tem um plano geral e nas fases de emergência e catástrofe, que pode ser que aconteça, nós estamos discutindo preventivamente. Nós estamos agindo. Fizemos a reunião para ver todos os pontos de vulnerabilidade, com a administração integrada, para que tenhamos um resultado menos danoso às famílias. A ideia é retirar as famílias das áreas de risco! O recurso e o terreno temos. O principal entrave é que as famílias não querem sair da região. É um problema de décadas”, ressaltou.

Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, destaca que na reunião ficou decidido a reativação do comitê de crise e reforçou a atuação da Semcaspi no trabalho de atendimento às famílias.

“A Semcaspi trabalhará de forma preventiva, junto com o Comitê Emergencial e a partir de uma possível enchente, trabalharemos no pós, garantindo auxílios, cesta básica e kits para essas famílias, que estão em situação de desabrigamento”, pontuou. 

ATENDIMENTO ÀS FAMÍLIAS

Atualmente, a Semcaspi tem concedido auxílios, especialmente, com o Programa Cidade Solidária, para 544 famílias incluídas a partir de janeiro deste ano. Além disto, tem garantido os devidos auxílios a 250 famílias incluídas no Programa Cidade Solidária em anos anteriores.

“A Semcaspi tem concedido toda a assistência social a 26 famílias, que estão acolhidas em dois abrigos: o Abrigo Provisório Tenente-Coronel Costa Neto e o Centro de Capacitação da Redenção. Além das que estão sendo assistidas pelo Programa Cidade Solidária, em que a família acolhedora recebe um valor de R$300, determinado por lei, para abrigar famílias em situação de desabrigamento, e estas por sua vez, recebem cestas básicas e kits de forma mensal”, explicou.

Famílias desabrigadas são transferidas para novas escolas na zona Norte

 Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), em parceria com os órgãos do Comitê Emergencial, dará continuidade às transferências de famílias desabrigadas pelas chuvas para outras escolas. Nesta quinta-feira, (27), a partir das 14h, 25 famílias serão transferidas da Escola Municipal Iolanda Raulino, para a Escola Municipal Nova Brasília.

As transferências das famílias desabrigadas tiveram início na tarde dessa quarta-feira, (26). As cinco famílias acolhidas na Escola Municipal Dilson Fernandes foram transferidas para a Escola Municipal Minha Casa.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, as famílias foram transferidas para estas unidades por conta da realização da prova do concurso da Polícia Militar e também pelo início do ano letivo.

“É importante ressaltar que as transferências estão acontecendo em comum acordo com as famílias, de forma democrática e dialogada. Estas famílias estão sendo transferidas para as escolas municipais Minha Casa e Nova Brasília ficarão nestes espaços o tempo que precisar. Até porque estas escolas que estão acolhendo famílias funcionarão de forma remota”, esclareceu.

Allan Cavalcante reforça que as equipes da Semcaspi tem atuado para realizar a entrega dos kits (acolhimento, limpeza e higiene) as famílias cadastradas pelas SAADs.

“Os trabalhos não param. Além dos diálogos diários com o Comitê Emergencial, a Semcaspi tem atuado para entregar o mais breve possível os kits referente ao Programa Cidade Solidária às famílias cadastradas. Alertamos as famílias que ainda não receberam os kits, em breve receberão, já aquelas que não foram cadastradas é importante que elas se direcionem a SAAD da região para efetuar o cadastro necessário”, explicou.

As escolas escolhidas para promover o acolhimento destas famílias, que antes era a Escola Municipal Tia Jane e a Escola Municipal Helena Medeiros, foram trocadas pelas Escolas Municipais Minha Casa e Nova Brasília, por estas terem espaços mais amplos e com maior número de salas.

FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE RISCO

As famílias que moram em áreas de risco devem, em caso de emergência, acionar a Defesa Civil Municipal por meio do 199, para que ocorra o monitoramento da residência e o cadastro inicial. O atendimento da Defesa Civil Municipal é 24h.

 

Comitê Emergencial irá monitorar áreas de invasão no Bairro Santa Maria da Codipi

O Comitê Emergencial do Período Chuvoso reuniu nesta segunda-feira, (10), na sede da Saad Norte, os órgãos para debater o balanço das ações e as novas tratativas de ação. Dentre as ações a serem realizadas está o monitoramento de áreas de invasão no Bairro Santa Maria da Codipi. A ação terá início no assentamento Lindalma Soares, que é considerada uma área de risco e imprópria para moradia.

A iniciativa é fazer o reconhecimento da área, a quantidade de famílias e as devidas orientações, que está sendo feita pela Secretaria Municipal de Defesa Civil, com apoio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas (Semcaspi) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, o levantamento das áreas de risco e das famílias fortalece a oferta dos benefícios do Programa Cidade Solidária.

“O Prefeito Dr. Pessoa determinou que fosse realizado, com urgência, este levantamento nas áreas de risco da Santa Maria da Codipi e já começou a ser feito. Até o final do mês de janeiro, é possível que tenhamos alguma proposta de local para destinar a estas famílias”, ressaltou.

Valdinete Ulisses, coordenadora de Habitação e Regularização Fundiária da Semduh, explica que o primeiro passo é a Secretaria de Defesa Civil fazer o monitoramento da área com o apoio de engenheiros e de assistentes sociais, realizar o mapeamento e montar as estratégias.

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