Prefeitura inclui 53 famílias do Parque Rodoviário no Cidade Solidária

Segundo dados divulgados pela Gerencia de Proteção Social Básica (GPSB) da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), 53 famílias atingidas pela enxurrada ocorrida no Parque Rodoviário já estão cadastradas no programa Cidade Solidária. Os moradores das casas destruídas agora passam pelos programas assistenciais da Prefeitura de Teresina.

Das 53 famílias contempladas pelo programa, 41 estão inclusas no eixo Família Solidária, que consiste no acolhimento temporário por familiares, reforçado por auxílio financeiro e kits de limpeza e acolhimento. As 12 restantes se enquadram na modalidade de Residência Solidária, alugada por meio de bolsa auxílio, também oferecida pela Prefeitura. Outras quatro famílias estão abrigadas em Igreja nas proximidades.

“Essas são as que acompanhamos. Já foi identificado quem está no Família Solidária, quem está sem abrigo, quem está na Residência Solidária. Temos ainda quatro famílias na Igreja e alguns atendimentos não contabilizados, de famílias que passam pelo atendimento mais de uma vez”, relata Kânia Brito, Gerente de Proteção Social Básica.

Além do encaminhamento para o Cidade Solidária, as equipes de assistência social da Prefeitura de Teresina estão distribuindo cestas básicas, kits de limpeza e kits de acolhimento para os moradores que necessitam da ajuda emergencial do município. Para o recebimento dos kits, é necessário que os moradores façam um cadastramento prévio feito por assistentes sociais no stand montado pela Semcaspi. O local, que fica na Praça Rita de Menezes, mais conhecida como Praça do Parque Rodoviário, também está recebendo a doação voluntária de populares e instituições que desejam colaborar com as famílias.

 

Doações no Parque Rodoviário

Além do ponto de recolhimento da Semcaspi, na praça do bairro, o CMEI Nossa Senhora Maria Imaculada está recebendo as doações da população, que vão de alimentos, a roupas e produtos de higiene pessoal. A Igreja Matriz da Morada Nova também é ponto de arrecadação desses produtos.

Parque Rodoviário: Mais de 40 famílias vítimas da enxurrada já foram inclusas no Cidade Solidária

Mais de 40 famílias vítimas da enxurrada que atingiu moradores do Parque Rodoviário, zona Sul de Teresina, já foram inclusas no Programa Cidade Solidária. Os dados são da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O programa realoca essas famílias em casas apropriadas para moradia de parentes ou vizinhos da vítima.

Esse tipo de acolhimento permite um atendimento mais digno às famílias da região e que foram acometidas por essa tragédia, oferecendo a eles as modalidades de ‘Família Solidária’ e ‘Residência Solidária’. “Na primeira modalidade, são famílias que acolhem outras famílias que, por ocasião de chuva, não podem mais ficar em suas residências. Já na segunda modalidade, estão residências que são alugadas para receber famílias que, em decorrência do infortúnio sofrido, também precisam deixar suas casas”, resume a coordenadora do Programa, Selene dos Santos.

Em decorrência das fortes chuvas, uma lagoa se formou e transbordou, rompeu uma parede de contenção. A enxurrada destruiu mais de 40 casas e deixou cerca de 30 feridos. A tragédia vitimou fatalmente duas pessoas, uma idosa identificada como Maria das Graças Bacelar, de 71 anos e uma criança, Flávio Josiel Alves da Silva, de três anos. O prefeito de Teresina, Firmino Filho, esteve no local acompanhando os primeiros atendimentos as famílias vítimas da enxurrada. O secretário da Semcaspi, Samuel Silveira, reforçou que as equipes de assistência do município, concentradas na região do Parque, estão promovendo uma maior rapidez no atendimento da população.

“Estamos desde a noite de quinta-feira, no momento do ocorrido, prestando toda a assistência para as famílias atingidas, atuando na redução dos riscos e claro, nos danos causados pela enxurrada. A Prefeitura de Teresina está fortalecendo ainda mais a rapidez nos encaminhamentos para que as famílias possam ser acolhidas o mais breve e para que sejam minimizados os transtornos causados aqui para a população dessa região”, enfatiza o secretário.

Além do encaminhamento para o Cidade Solidária, as equipes de assistência social da Prefeitura de Teresina estão distribuindo cestas básicas, kits de limpeza e kits de acolhimento para os moradores que necessitam da ajuda emergencial do município. Para o recebimento dos kits, é necessário que os moradores façam um cadastramento prévio feito por assistentes sociais no stand montado pela Semcaspi. O local, que fica na Praça Rita de Menezes, mais conhecida como Praça do Parque Rodoviário, também está recebendo a doação voluntária de populares e instituições que desejam colaborar com as famílias.

Doações no Parque Rodoviário

Além do ponto de recolhimento da Semcaspi, na praça do bairro, o CMEI Nossa Senhora Maria Imaculada está recebendo as doações da população, que vão de alimentos, a roupas e produtos de higiene pessoal. A Igreja Matriz da Morada Nova também é ponto de arrecadação desses produtos.

Mais de 220 famílias de áreas de risco estão inclusas no “Cidade Solidária”

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) divulgou, nesta segunda-feira (25), os números atualizados de atendimento do Programa Cidade Solidária. Segundo a secretaria, atualmente, 224 famílias estão incluídas no programa e recebem o auxílio emergencial da Prefeitura de Teresina.

Parte deste número se deve à incidência de chuvas na capital, que gerou riscos de desabamentos de casas e/ou alagamentos em algumas regiões de Teresina, em 2018 e início de 2019. As solicitações de inclusão no Cidade Solidária chegam após a identificação de riscos em residências, feito pela Defesa Civil Municipal, órgão também vinculado à Semcaspi. As famílias vítimas das últimas chuvas na capital também estão sendo incluídas no programa.

“O programa é fundamental para a garantia de um atendimento digno às famílias que perdem suas residências, porque ele faz com que situações de calamidades públicas sejam resolvidas de forma mais digna. Antes, havia um cenário onde as pessoas eram colocadas em creches, galpões, muitas vezes todos amontoados. Hoje, você pode ser acolhido por um parente ou alugar uma casa, com o auxílio do município”, destaca Selene dos Santos, chefe da Divisão de Articulação da Rede Socioassistencial da Semcaspi.

O “Cidade Solidária” é executado em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbanos e Habitação (SEMDUH), por meio da SDU ou SDR. O programa atende famílias em situações emergenciais de desabrigamentos, em consequência das chuvas, infortúnios, incêndios, alagamento, transbordamento de rios ou lagoas ou ainda, situações de vulnerabilidades temporárias.

“Com a oferta do aluguel social, a Prefeitura de Teresina fomenta a solidariedade por meio da própria família ou de residentes da mesma comunidade, que recebem outra família. Com as constantes e fortes chuvas que atingem a capital, a importância desse programa é reforçada. Não vemos mais pessoas alojadas em galpões ou em escolas, como antigamente”, reforça Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

Como ter acesso ao programa

Para ser incluso no Cidade Solidária, a Defesa Civil de Teresina precisa identificar a situação, através de atendimento que pode ser solicitado pelo número 153. Notando o risco na área, o órgão repassa a demanda para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) ou Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) da região. Em seguida, a SDU/SDR se dirige ao local, avalia a situação e, sendo necessária a inclusão da família no Cidade Solidária, encaminha a demanda à Semcaspi, que fica responsável pela assistência através da ajuda financeira.

O Programa possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano. Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

 

Mais de 200 famílias de áreas de risco estão inclusas no “Cidade Solidária”

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) divulgou, nesta quarta-feira (12), os novos números de atendimento do Programa Cidade Solidária. Segundo o órgão, atualmente, 210 famílias estão incluídas no programa e recebem o auxílio emergencial da Prefeitura de Teresina.

Parte deste número se deve à incidência de chuvas na capital, que gerou riscos de desabamentos de casas e/ou alagamentos em algumas regiões de Teresina. As solicitações de inclusão no Cidade Solidária chegam após a identificação de riscos em residências, feito pela Defesa Civil Municipal, órgão também vinculado à Semcaspi. Famílias vítimas das últimas chuvas também devem ser incluídas no programa.

O programa é fundamental para a garantia de um atendimento digno às famílias que perdem suas residências, porque ele faz com que situações de calamidades públicas sejam resolvidas de forma mais digna. Antes, havia um cenário onde as pessoas eram colocadas em creches, galpões, muitas vezes todos amontoados. Hoje, você pode ser acolhido por um parente ou alugar uma casa, com o auxílio do município”, destaca Selene dos Santos, chefe da Divisão de Articulação da Rede Socioassistencial da Semcaspi.

O “Cidade Solidária” é executado em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbanos e Habitação (SEMDUH), por meio da SDU ou SDR. O programa atende famílias em situações emergenciais de desabrigamentos, em consequência das chuvas, infortúnios, incêndios, alagamento, transbordamento de rios ou lagoas ou ainda, situações de vulnerabilidades temporárias.

Com a oferta do aluguel social, a Prefeitura de Teresina fomenta a solidariedade por meio da própria família ou de residentes da mesma comunidade, que recebem outra família. Com as constantes e fortes chuvas que atingem a capital, a importância desse programa é reforçada. Não vemos mais pessoas alojadas em galpões ou em escolas, como antigamente”, reforça Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

Como ter acesso ao programa

Para ser incluso no Cidade Solidária, a Defesa Civil de Teresina precisa identificar a situação, através de atendimento que pode ser solicitado pelo número 153. Notando o risco na área, o órgão repassa a demanda para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) ou Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) da região. Em seguida, a SDU/SDR se dirige ao local, avalia a situação e, sendo necessária a inclusão da família no Cidade Solidária, encaminha a demanda à Semcaspi, que fica responsável pela assistência através da ajuda financeira.

O Programa possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano. Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

Prefeitura notifica e remove famílias por conta das chuvas na capital

A Defesa Civil Municipal de Teresina realizou, desde a intensificação do período chuvoso na capital, no início de dezembro, 20 notificações para a desocupação de residências por conta do risco de desabamento. Além disso, até agora, seis famílias já foram removidas de suas casas por terem o risco de desabamento mais iminente.

A situação de todas as famílias foram encaminhadas para a SDU da respectiva região. Elas serão inclusas no programa Cidade Solidária, ofertado pela Prefeitura de Teresina. “Na capital, nós, da Defesa Civil Municipal, classificamos as áreas em pequeno, médio e grande risco. A ênfase de monitoramento está nas áreas com situação mais crítica, mas sendo notificada uma chuva torrencial em área classificada como de menor risco, a Defesa Civil também se dirige ao local, para monitoramento das condições do solo e de casas”, explica Sebastião Domingos, membro da Defesa Civil de Teresina.

Das seis remoções, quatro são casas do residencial Dilma Rousseff; uma remoção de uma família na Vila Washington Feitosa; e uma outra remoção na Vila Cristalina, na residência onde houve o afundamento do chão. “O trabalho que a Defesa Civil realiza contribui efetivamente para diminuir os riscos de problemas maiores nesse período de chuva. Seja com auxílio individual, a uma família, seja coletivamente, a uma região, o órgão presta ao morador o fluxo de atendimento da Prefeitura de Teresina”, reforça Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

Contato com a Defesa Civil de Teresina

Em caso de dúvidas ou denúncias, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil Municipal, gratuitamente, através do número 153. A população pode também ir presencialmente à sede da Defesa Civil de Teresina, que fica na Semcaspi. A Secretaria fica na Rua Álvaro Mendes, 861, no Centro. Mais informações, pelo telefone (86) 3215-7485.

Defesa Civil de Teresina mantém monitoramentos na cidade após diminuição das chuvas

O período chuvoso foi rigoroso na capital e já no final de abril e início do mês de maio as chuvas deram uma trégua em Teresina. Ainda assim, a Defesa Civil Municipal segue um cronograma de visitas técnicas e, nesta quarta-feira (2), realiza atendimentos às famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade, por conta dos riscos de erosão, deslizamentos ou desabamentos.

Os atendimentos realizados incluem vistorias técnicas em casas, barracos ou edificações habitacionais com suspeita de risco de desabamento; ações de socorro e encaminhamentos das famílias atingidas para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) e Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR), com o objetivo de inclusão no Cidade Solidária.

Com o cessar das chuvas, a maioria das áreas de risco não precisa mais ser monitorada. Mas em alguns locais, que foram bastante atingidos pela água das chuvas, ainda há necessidade de monitorar. E tão logo identificamos as famílias em situação de vulnerabilidade e risco, realizamos o encaminhamento para o Cidade Solidária”, destaca o membro da Defesa Civil, Sebastião Domingos.

O programa é uma ação emergencial que possui a linha de atuação da Família Solidária, onde a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. E também da Residência Solidária, onde a família indica um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano.

Em ambas as situações, sistematicamente, a família também é acompanhada pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

A Defesa Civil está em um incansável trabalho para atender as demandas. Seja com auxílio individual, a uma família, seja coletivamente, a uma região, ela presta ao morador o fluxo de atendimento da Prefeitura”, conclui Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

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