A Defesa Civil Municipal de Teresina, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), realizou atendimentos e monitoramentos na cidade neste final de semana por conta das chuvas que atingem a capital. Os atendimentos aconteceram nas zonas Sul, Leste, Sudeste e Rural. Já os monitoramentos, além das áreas consideradas de risco, também verificaram o volume das águas dos rios Poti e Parnaíba.

Ao todo, foram 22 atendimentos na sexta-feira (13). Na zona Sul, na Vila Paraíso, devido o risco de desabamento em duas residências. Na zona Leste, na Vila Bandeirantes, devido a alagamentos causados por enxurradas. Na zona Sudeste, na Vila Araguaia, por conta de um desabamento total e outro parcial. Já na zona Rural, foram 16 atendimentos no povoado Cancela, devido à cheia causada por um riacho localizado nas proximidades das casas.

No sábado (14), foram realizadas ações de monitoramento das águas dos rios. Já no domingo (15), a Defesa Civil esteve em serviço de prontidão em função das chuvas. “Embora o nível dos rios tenha baixado, a Defesa Civil continua em alerta no que diz respeito às cheias, em virtude das previsões de chuvas para o período e os rios já terem um grande volume de água. Então, estamos em um momento de cheia e baixa dos rios e, sobretudo, as cheias, devem ser acompanhadas diariamente”, destaca Sebastião Domingos, agente da Defesa Civil.

No povoado Cancela, a Defesa Civil também realizou a entrega de 20 cestas básicas, ofertadas pela Gerência de Proteção Social Básica (GPSB). Nesta segunda-feira (16) está previsto o monitoramento dos rios, pela manhã e tarde; entrega de cestas básicas no residencial Dilma Rousseff e monitoramentos aos chamados do 153.

Para contato com a Defesa Civil Municipal a população pode ligar, gratuitamente, ao número 153. Por conta da incidência das chuvas em Teresina, a Defesa Civil Municipal alerta que, para evitar acidentes e aumentar a proteção à vida, é importante que a população evite deslocamentos durante os temporais. Além disso, não se deve adentrar em superfícies submersas pela água, pois a não visualização do solo e desconhecimento das condições da área após as chuvas gera riscos ao cidadão.

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